Design para email marketing: como criar mensagens impactantes e eficazes

Gabriela Polidoro Lima
UX Designer & Content Writer

Quando se trata de chamar a atenção do cliente para o seu produto ou marca através de estratégicas de marketing de comunicação, uma das formas possíveis é o envio de emails.

Com a rápida evolução do Marketing Digital e das suas estratégias, é essencial estar atento às tendências e ter em mente as melhores práticas para destacar-se no meio do mar de informações que os utilizadores recebem diariamente.

Gabriela Polidoro Lima
UX Designer & Content Writer

Quando se trata de chamar a atenção do cliente para o seu produto ou marca através de estratégicas de marketing de comunicação, uma das formas possíveis é o envio de emails.

Com a rápida evolução do Marketing Digital e das suas estratégias, é essencial estar atento às tendências e ter em mente as melhores práticas para destacar-se no meio do mar de informações que os utilizadores recebem diariamente.

Boas prática de design para email

1. Remetente

Muitas vezes ignorado, o nome do remetente é um elemento crítico de qualquer email pois agrega credibilidade e deixa o leitor curioso.
Dica: mantenha-o pessoal, relevante e curto.

2. Assunto

As pessoas leem os assuntos para filtrar emails irrelevantes, por isso, um assunto bem escrito é uma maneira infalível de se destacar.

Dicas:

  • Mantenha-o curto – até 41 caracteres / 7 palavras;
  • Torne-o atraente – desperte curiosidade;
  • Seja transparente – o assunto deve ser fiel ao conteúdo para estabelecer confiança;
  • Divirta – o uso de emojis pode destacar e aumentar a taxa de abertura.
Fonte: unlayer

3. Pré-cabeçalho

O pré-cabeçalho ou texto de visualização introduz o assunto e deve transmitir a proposta de valor para convencer o utilizador a abri-lo.

Dicas:

  • Use entre 30 e 70 caracteres;
  • Não repita a linha de assunto, mas torne-a relevante;
  • Agregue valor, interesse ou contexto;
  • Ajuste o comprimento para dispositivos móveis.

4. Cabeçalho

O cabeçalho de um email é a primeira coisa que é vista quando aberto, por isso, deve ser atraente, relevante e gerar curiosidade.

Dica: combine texto com imagem.

Fonte: unlayer

5. Conteúdo

Dicas importantes ao escrever no corpo do email:

  • Não exceda 200 palavras;
  • Tenha cuidado com o uso de expressões ou calão;
  • Escolha o máximo de duas fontes, legíveis, sem serifa e entre 14 e 16pt.

6. Imagens

Imagens são sempre uma boa ferramenta para deixar o visual mais atrativo.

Dicas:

  • Até 1MB de tamanho para um carregamento mais rápido;
  • Alta resolução para maior impacto;
  • Formato PNG;
  • Prefira imagens exclusivas às de bancos de imagens;
  • O texto sobre a imagem deve ter boa leitura;
  • Inclua texto alternativo para o caso das imagens não carregarem ou serem desativadas.

7. Cores

O uso de uma paleta de cores agradável auxilia na leitura e compreensão. Defina uma paleta de no máximo 3 cores e utilize-a para criar secções ou destacar algo importante. Lembre-se de manter bom contraste entre texto e fundo para garantir a leitura.

Fonte: unlayer

8. Call to Action

O uso de Call to Action (CTA) é extremamente importante para campanhas de email.

Dicas:

  • Texto curto, significativo e orientado para a ação;
  • Posicione-o na parte superior do email, alinhado ao assunto;
  • Use tamanho e cor apropriados;
  • Máximo de 2 botões por email.
Fonte: unlayer

9. Rodapé

Essa parte do email também é muito relevante pois é onde os leitores costumam procurar informações como contactos, perfis de redes sociais e link para cancelar a subscrição.

Dicas de conteúdo extra:

  • Proposta única de venda ou código de desconto;
  • Missão e valores fundamentais da marca;
  • Localização da loja.

10. Personalização

Misturar tags

Esta ferramenta permite reconhecer o leitor com o seu primeiro ou segundo nome, usuário ou alcunha. Com isso, o leitor sente como se estivesse a ter uma conversa com a marca.

Conteúdo Dinâmico

Outra técnica utilizada para gerar proximidade através da personalização de conteúdo. Um exemplo comum é a exibição de produtos específicos para género ou idade.

11. Disposição

Proporção texto-imagem

O recomendado é seguir a regra 60% texto e 40% imagens para evitar a caixa de Spam.

Equilíbrio de branco

Ter uma quantidade adequada de espaço em branco reduz a fadiga ocular, melhora a legibilidade, proporciona uma aparência mais limpa e permite destaque ao que é essencial.

Equilíbrio espacial

Dispor adequadamente os elementos gera um visual mais agradável e uma leitura mais fluida. Os três layouts mais comuns são: coluna única, pirâmide invertida e ziguezague.

Fonte: unlayer

12. Responsividade

Ao considerar que 46% de todos os emails são abertos em telemóveis, é essencial que o conteúdo possa ser perfeitamente lido quando visualizado neste dispositivo.

Dicas:

  • Texto e imagens devem se adaptar ao tamanho do ecrã;
  • Botões CTA devem ser grandes o suficiente para que possam ser clicados com o polegar;
  • O espaço em branco deve estar adequado aos diferentes elementos.

Tendências em 2023

Depois de listar boas práticas na construção de um email, é importante estar atento às tendências de design para transformar uma simples mensagem numa experiência incrível para o utilizador.

1. Gamificação

A gamificação é a prática de integrar elementos de jogos em contextos tradicionalmente não relacionados a isso e transformar a mensagem numa verdadeira experiência de interação.

Dicas:

  • Mantenha a mecânica do jogo simples;
  • Forneça instruções claras para incentivar a participação;
  • Personalize a experiência e adapte o desafio e as recompensas às preferências do utilizador;
  • Inclua um CTA para que fique claro qual a ação que espera ser realizada;
  • Certifique-se de que os elementos sejam intuitivos e não escondam a mensagem principal.
Fonte: duolingo

2. Interatividade

Elementos interativos como questionários ou sondagens que solicitam ação do utilizador podem aumentar significativamente o envolvimento.

O conteúdo dinâmico, com dados e informações baseadas no perfil do destinatário, oferece uma experiência altamente personalizada. Citar a localização, o nome, as compras anteriores ou histórico de navegação, aproxima o cliente e transmite a sensação de exclusividade.

3. Dark mode

O dark mode tem ganhado cada vez mais adesão por parte dos utilizadores e à medida que empresas de email (Gmail, Outlook, Apple Mail, etc.) e dispositivos oferecem essa opção, é essencial garantir que os emails tenham uma ótima aparência nos modos claro ou escuro.
Para isso, é importante escolher muito bem as cores, imagens e texto para garantir uma experiência de leitura confortável independentemente da escolha do utilizador.

Dicas:

  • Fundo transparente para garantir que a imagem se mistura perfeitamente no fundo;
  • Cores de alto contraste para aumentar a legibilidade;
  • Tons mais suaves ao invés de preto ou branco puro para garantir mais conforto visual.
Fonte: litmus

4. Acessibilidade

Criar emails acessíveis a diversos públicos é, além de uma medida ética, estratégica, pois ajuda a alcançar um público mais amplo e promove a inclusão.

Dicas:

  • Email bem estruturado;
  • Tamanhos de fonte maiores e facilmente legíveis;
  • Contraste de cores suficiente para boa visibilidade;
  • Uso inteligente de espaços em branco.
Fonte: mailtrap

5. Esquemas de cores

A simplicidade de uma única cor ou o contraste de duas cores pode destacar qualquer email.

Paleta Monocromática: diferentes tons de uma única cor transmitem harmonia e calma, destacando o conteúdo.

Esquemas daltónicos: o seu contraste cria envolvência e guia o olhar do leitor para o que é mais importante.

6. Animações

O uso de sutis animações em loop pode dar mais vida ao email e torná-lo muito mais interessante.

Dicas:

  • Equilibre o movimento com elementos estáticos para evitar sobrecarregar o utilizador;
  • Forneça texto alternativo para quem não consegue visualizar;
  • Certifique-se de que sejam compatíveis com diferentes dispositivos;
  • Compacte para que sejam rápidos de carregar.

Exemplos de aplicação:

  • Chamar a atenção para uma informação específica;
  • Demonstrar um processo do início ao fim;
  • Destacar um botão CTA.
Fonte: Adobe

7. Ilustrações

Ilustrações personalizadas podem ajudar a criar uma identidade de marca única além de adicionar uma camada de interatividade aos emails, tornando-os marcantes e mais agradáveis de ler.

Dica: crie uma narrativa através de uma série de ilustrações ou animações, em vários emails ou num único para explicar a jornada de um produto, desde a criação até a entrega, por exemplo.

8. Elementos nostálgicos

O tema retro aplicado na tipografia, nas cores e nos elementos pode desencadear memórias positivas e fortalecer a conexão emocional estabelecida entre marca e cliente.

Dica: o design deve se manter limpo, legível e compatível com dispositivos móveis para fornecer uma experiência perfeita.

9. Colagens

Combinar fotos, ilustrações e texturas oferece um visual envolvente, além de criar uma identidade de marca poderosa.

Dicas:

  • Não sobrecarregue o utilizador, mantenha o equilíbrio e foque na mensagem principal;
  • Mantenha os elementos visuais alinhados e com uma narrativa consistente;
  • Tenha uma hierarquia clara com destaque no que é mais importante;
  • Alinhe o visual à identidade da marca, evitando elementos que possam gerar confusão.
Fonte: Canva

10. Elementos 3D

O uso de 3D pode adicionar profundidade e dimensão ao design, tornando o email mais surpreendente.

Dica: adicione interatividade como o paralaxe – quando elementos do fundo e do primeiro plano se movem em velocidades diferentes – e tenha um design ainda mais dinâmico.

Fonte: envato

 

11. Elementos desenhados à mão e orgânicos

Incorporar elementos desenhados à mão como fontes manuscritas, bordas rabiscadas ou formas orgânicas, comunica sutilmente que existem pessoas reais por trás da marca, o que ajuda a construir uma relação mais próxima e de confiança com o público.

Fonte: Rifle Paper Co.

 

O marketing por email é e sempre será parte integrante da estratégia de marketing de qualquer empresa e, por isso, para obter sucesso com essa prática é importante estar atento a todos estes detalhes – desde a sua construção até o seu visual – e também estar sempre atualizado às novas tendências.

Estratégias de marketing digital para pequenas empresas: como aproveitar ao máximo um orçamento limitado

Catarina Alves de Sousa
Social Media Manager & Content Writer

Neste nosso mundo cada vez mais digital, o Marketing Digital tornou-se uma ferramenta essencial para todas as empresas, independentemente do seu tamanho. Para pequenas empresas com orçamentos limitados, maximizar o retorno do investimento em marketing digital pode ser um desafio. No entanto, com as estratégias certas, é possível aproveitar ao máximo um orçamento limitado.

Catarina Alves de Sousa
Social Media Manager & Content Writer

Neste nosso mundo cada vez mais digital, o Marketing Digital tornou-se uma ferramenta essencial para todas as empresas, independentemente do seu tamanho. Para pequenas empresas com orçamentos limitados, maximizar o retorno do investimento em marketing digital pode ser um desafio. No entanto, com as estratégias certas, é possível aproveitar ao máximo um orçamento limitado.

Para qualquer empresa se manter competitiva, uma forte estratégia de Marketing Digital é essencial. Se tem uma pequena empresa, uma boa estratégia de marketing digital é essencial se quiser posicionar-se à frente da concorrência. À medida que a tecnologia continua a desenvolver-se a um ritmo alucinante, a comunicação online e as próprias plataformas de redes sociais crescem em dimensão e importância, pelo que garantir a sua presença digital já não é algo opcional, mas sim essencial.

De fato, 63% das empresas aumentaram os seus orçamentos de marketing digital no ano passado, portanto, ao não fazê-lo, corre o risco de ficar para trás.

Fonte: Statista
Alocação de orçamento para online marketing de acordo com CMOs em todo o mundo em março de 2022, por canal

 

Vamos então explorar algumas estratégias de Marketing Digital que pode pôr em prática na sua empresa, independentemente da sua dimensão ou budget.

1. Conheça o seu público-alvo

A primeira etapa para uma estratégia de marketing digital eficaz é entender quem é o seu público-alvo. Isso inclui conhecer as suas preferências, comportamentos e necessidades. Com essas informações, poderá criar campanhas de marketing mais direcionadas e eficazes.

Será necessário elaborar relatórios que o ajudem a estudar e a manter um registo das principais características dos seus clientes e potenciais clientes, pelo que deve ter isso em mente no aperfeiçoamento de qualquer estratégia. 

2. SEO (Search Engine Optimization)

O SEO é uma estratégia de marketing digital de baixo custo que pode gerar um alto retorno de investimento. Ao otimizar o seu site para motores de pesquisa, poderá aumentar a visibilidade do seu negócio e atrair mais tráfego para o seu site.

Na sua forma mais simples, as boas práticas de SEO utilizam palavras-chave no seu site para ajudar a impulsionar o desempenho e garantir que tenha uma classificação mais alta nos resultados de pesquisa online. Ao fazer isso, é mais provável que sua empresa seja reconhecida e o tráfego para o seu site aumente.

Uma boa estratégia de SEO também pode ajudar a sua pequena empresa:

  • A construir confiança com os seus clientes;
  • A melhorar organicamente a sua visibilidade;
  • A aumentar a sua credibilidade;
  • A maximizar estratégias de marketing pago;
  • A expandir o seu alcance;
  • A melhorar a usabilidade do site;
  • A impulsionar as taxas de engagement dos utilizadores.

O conteúdo incorporado de SEO deve sempre ser impactante e direcionado ao tráfego, e é por isso que tantas empresas agora empregam especialistas em SEO. No entanto, se a sua pequena empresa estiver restrita a um orçamento apertado, existem vários pequenos cursos e tutoriais online e em vídeo que poderão ensinar-lhe aquilo que precisa de saber para alavancar esta estratégia essencial.

3. Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo é outra estratégia de baixo custo que pode ser muito eficaz. Ao criar conteúdo relevante e de alta qualidade, conseguirá atrair e envolver o seu público-alvo, aumentando a sua reputação e visibilidade online.

A pesquisa gera 53,3% do tráfego global da Web (dos quais o Google detém uma grande participação de mercado de 92%). Os 46,7% restantes são provenientes do tráfego total combinado de redes sociais, anúncios de pesquisa pagos, anúncios gráficos, tráfego direto, tráfego de email e tráfego de referência de outros sites.

Portanto, claramente, uma das maneiras mais eficazes de atrair clientes para a sua loja online com um orçamento limitado, é publicar conteúdo relevante no seu website e blog direcionado às palavras-chave que as pessoas usam ao procurar uma solução no seu nicho.

Ao criar conteúdo informativo e envolvente que aparece regularmente nos resultados de pesquisa, atrairá leitores que, de outra forma, não encontrariam o seu site. Isso pode incluir artigos sobre seus produtos ou serviços, notícias do setor ou dicas e conselhos para os consumidores.

Aqui, outra dica importante é lembrar-se de não trabalhar o conteúdo apenas para os motores de pesquisa, mas também – e acima de tudo – para leitores humanos, especialmente aqueles que ainda valorizam conteúdo de qualidade.

Leia também: Funil de Marketing de Conteúdos: um mini-guia definitivo

Fonte: Ikea

 

A Ikea tem várias publicações no seu site nas quais aborda diversos temas de lifestyle relevantes ao seu público-alvo e aproveitando sempre a oportunidade para fazer a ligação a produtos que vende nas suas lojas. 

Ainda que este seja um artigo mais direcionado a pequenas empresas, nada o impede de tirar inspiração de “gigantes” como a Ikea.

4. Redes sociais

As redes sociais são uma ferramenta poderosa para empresas de qualquer dimensão. Elas permitem que se conecte diretamente com o seu público-alvo, construa relacionamentos e promova o seu negócio. Além disso, muitas plataformas de redes sociais oferecem opções de publicidade de baixo custo que podem ser altamente direcionadas.

Outra maneira económica de publicitar o seu negócio é desenvolver uma presença nas redes sociais. Isto envolve a criação de perfis em plataformas como o Facebook, Twitter, Instagram, TikTok e LinkedIn e, em seguida, envolver-se ativamente com os seus seguidores, publicando conteúdo de qualidade, respondendo a comentários e fazendo networking com outras empresas.

A chave para uma presença bem-sucedida nas redes sociais é publicar conteúdo que ressoe com seu público-alvo e interagir com os utilizadores/seguidores regularmente para construir relações.

Mas para que essa estratégia dê frutos, precisa de conhecer muito bem os dados demográficos (quem são) e psicográficos (o que pensam e sentem) do seu público — caso contrário, as suas mensagens podem não ter o efeito que deseja.

Para além disso, precisa ainda de descobrir quais as plataformas de social media que o seu público-alvo frequenta para poder concentrar os seus esforços apenas nas plataformas que contam. Ou seja, não irá compensar estar em todas as plataformas ao mesmo tempo, mas sim nas plataformas certas.

Por exemplo, se seu público-alvo é formado por clientes com potencial B2B, publicar  regularmente no LinkedIn é uma resposta lógica e acertada, ao invés de concentrar a maior parte dos seus esforços no TikTok ou no Instagram.

Por outro lado, se tiver uma loja online que vende roupas ou acessórios para adolescentes e jovens adultos, o TikTok e o Instagram provavelmente serão a sua melhor escolha para se ligar a este público-alvo.

Algumas dicas para criar conteúdo de valor nas redes sociais:

  • Promova as publicações do blog da sua empresa com link para o website, para aumentar o tráfego;
  • Converse diretamente com os seguidores para expressar a voz da sua marca e obter mais engagement;
  • Faça sondagens e solicite feedback;
  • Utilize excertos de formas de conteúdos mais longos e crie publicações rápidas e informativas que são mais fáceis de consumir.

O mundo das redes sociais e do Social Media Marketing é vasto, complexo e em constante mudança. Não se sinta culpado por não saber navegá-lo intuitivamente à primeira. Se tiver vontade de aprender mais, existem vários tutoriais e vídeos para o orientar e ajudar a navegar nestas águas misteriosas.

Leia também: Como criar e definir o seu público-alvo nas redes sociais

Fonte: United Colors of Benetton

 

Caso tenha uma loja online, poderá aproveitar partilhas de influenciadores ou de seguidores que partilhem conteúdo no qual estão a utilizar os seus produtos. Ter uma secção no seu site com conteúdo deste género, é uma excelente ideia.

5. Email Marketing

O email marketing é uma das estratégias de marketing digital mais eficazes em termos de custo. Ele permite que se conecte diretamente com os seus clientes, fornecendo-lhes informações relevantes e ofertas personalizadas.

Apesar do aumento da utilização das redes sociais e de outras ferramentas de marketing digital semelhantes, o email marketing ainda é uma parte fundamental de qualquer estratégia de marketing digital bem-sucedida.

Independentemente da idade, quase toda a gente usa um email, o que significa que tem a oportunidade de expandir o seu alcance e atingir pessoas de todos os dados demográficos e origens. No entanto, é importante segmentar, ou seja, curar o conteúdo aos diferentes segmentos de clientes ou leads que tem na sua lista de contactos ou mailing list.

Newsletters informativas mensais, promoções, notícias e passatempos/sorteios são ótimas maneiras de se envolver com o seu público por meio de emails. Também é uma ótima opção de baixo custo que permite personalizar as suas mensagens para ajudar a sua marca a conectar-se com o seu público-alvo a um nível mais profundo.

Dicas rápidas

Embora o Marketing Digital possa parecer uma tarefa desafiadora para pequenas empresas com orçamentos limitados, com as estratégias certas, é possível obter um alto retorno do investimento. Ao conhecer o seu público-alvo, otimizar o seu website para motores de pesquisa, criar conteúdo de alta qualidade, utilizar as redes sociais e o email marketing, pode maximizar o seu orçamento de marketing e alcançar o sucesso online.

  • Pesquise os seus concorrentes: conhecer as marcas dos concorrentes e o que eles oferecem é um bom ponto de partida. Isto é especialmente relevante para novas startups que ainda estão a apalpar terreno e a tentar conquistar o seu lugar;
  • Fale com os clientes e entenda o seu público: falar com clientes existentes e potenciais é absolutamente essencial, seja através de ações, sondagens ou de community management; o importante é descobrir tudo o que for possível sobre o seu público-alvo;
  • Crie uma conta no Google My Business e melhore as avaliações dos clientes: ter uma listagem no Google My Business é uma ótima maneira de melhorar a sua visibilidade online;
  • Aperfeiçoe o seu website: há inúmeras maneiras de melhorar e desenvolver o seu site, mas acertar os fundamentos primeiro é absolutamente essencial;
  • Crie conteúdo interessante: o conteúdo é rei. Sejam postagens de blog ou vídeos, o conteúdo que produz é uma das melhores ferramentas de marketing digital que existem;
  • Otimize o seu website para utilizadores de dispositivos móveis: é incrivelmente importante que o seu site seja adequado para telemóveis, uma vez que é onde ocorrem a maioria das visualizações hoje em dia;
  • Entenda e melhore o seu SEO: nenhuma estratégia de marketing digital está completa sem considerar o SEO,
  • Escolha a plataforma de social media que seja melhor para o seu negócio: cada vez mais, as redes sociais a tornar-se uma das ferramentas mais importantes que uma empresa pode usar como parte de sua estratégia de marketing digital;
  • Desenvolva o email marketing: apesar do aumento da utilização das redes sociais e de outras ferramentas de marketing digital semelhantes, o email marketing ainda é uma parte fundamental de qualquer estratégia de marketing digital bem-sucedida;
  • Entre em contato com influenciadores: trabalhar com influenciadores é uma ótima maneira de fazer com que a sua pequena empresa seja reconhecida e aumente o reconhecimento junto do seu público-alvo.
Fonte: WordStream

Não existem estratégias de marketing sem falhas

Apesar de termos partilhado consigo algumas estratégias que poderão ajudar a aumentar a notoriedade, o alcance, engagement e, quiçá, as vendas do seu negócio, saiba que não tem (nem deve) colocar todas as estratégias de marketing em curso. Algumas serão apropriadas ao seu negócio e budget, outras não. Especialmente no que diz respeito a tendências, não se sinta pressionado a embarcar em todas. Também não deverá ter receio de testar e falhar, uma vez que esse é precisamente o caminho que leva às aprendizagens mais valiosas. 

Teste, repita, analise e abandone as estratégias que não funcionarem para si.

Se precisar de ajuda para desenvolver uma estratégia de marketing digital 100% personalizada ao seu negócio, fale connosco.

Como adaptar a sua escrita para alcançar o público certo em diferentes plataformas de comunicação

Catarina Alves de Sousa
Social Media Manager & Content Writer

Se, num post que encontramos nas redes sociais, a imagem correspondesse a um rosto humano, o copy corresponderia à sua voz. Cada copy – tal como cada voz humana – é único e uma arte composta por 50% de storytelling, 50% de capacidade de venda. E como se costuma dizer, “cada macaco no seu galho”, para cada plataforma, uma estratégia diferente. Vejamos como adaptar o copy a cada canal de marketing.

Catarina Alves de Sousa
Social Media Manager & Content Writer

Se, num post que encontramos nas redes sociais, a imagem correspondesse a um rosto humano, o copy corresponderia à sua voz. Cada copy – tal como cada voz humana – é único e uma arte composta por 50% de storytelling, 50% de capacidade de venda. E como se costuma dizer, “cada macaco no seu galho”, para cada plataforma, uma estratégia diferente. Vejamos como adaptar o copy a cada canal de marketing.

De uma forma romântica, podemos descrever o copywriting como a arte de tecer palavras com mestria, transformando-as em mensagens envolventes e persuasivas que captam a atenção do público, evocando emoções, despertando desejos e conduzindo os leitores a uma ação específica. O copywriter é um artesão das letras, habilmente moldando frases para contar histórias, vender ideias e criar conexões duradouras entre marcas e seus consumidores.

De uma forma mais objetiva, o copywriting é a habilidade de criar textos persuasivos que visam convencer o leitor a tomar uma ação específica, como comprar um produto, inscrever-se numa mailing list ou descarregar uma aplicação. É uma forma de escrita voltada para a venda, mas idealmente sem ser demasiado óbvio.

“Copywriting is the art and science of writing words that sell.” – Joseph Sugarman

 

Uma das chaves para o sucesso do copywriting é adaptar o tom e o estilo do discurso para diferentes meios. O que funciona bem numa campanha de email marketing pode não ser tão eficaz num anúncio do Facebook, por exemplo. Vamos, de seguida, explorar algumas técnicas de copywriting para diferentes plataformas.

Copywriting para Redes Sociais

As redes sociais são um dos principais canais de comunicação utilizados pelas marcas para criarem conexão com os seus clientes e potenciais consumidores. É por isso que as técnicas de copywriting são tão importantes neste meio. Aqui estão algumas dicas para criar conteúdo persuasivo e envolvente para as redes sociais:

  • Conhecer o público-alvo: antes de começar a criar conteúdo para as redes sociais, é importante saber quem é o seu público-alvo. Pesquise e entenda os interesses, hábitos e necessidades dos seus seguidores para criar conteúdo que ressoe com eles.
  • Respeitar o tom de voz da marca: o tom de voz de uma marca é um componente essencial da sua identidade e personalidade, pois reforça a personalidade da marca, ajudando a comunicar seus valores, missão e propósito de forma mais eficaz. Algumas marcas terão um tom de voz mais divertido e casual, enquanto outras terão um tom mais formal e distante. Entender o tom de voz da marca para a qual se está a criar o copy, é essencial para escrevê-lo de forma bem sucedida.
  • Usar uma linguagem clara e direta: nas redes sociais (como em quase tudo hoje em dia, na verdade), as pessoas têm pouco tempo e muitas distrações, pelo que é importante usar uma linguagem clara e direta, que vá direto ao ponto e capte a atenção do leitor. Copies concisos, pouco extensos são os que funcionam melhor, especialmente nas redes sociais.
  • Contar histórias: as pessoas adoram histórias, pelo que deve usar o poder do storytelling para envolver os seguidores e estabelecer uma conexão emocional entre eles e a marca. Conte histórias que ilustrem como o produto ou serviço em questão pode ajudar a resolver os problemas do seu público-alvo.
  • Ser criativo: um copywriting criativo permite que a marca mostre sua personalidade, o que ajuda a humanizá-la e a estabelecer ligações emocionais com o público-alvo. Além disso, o copy extremamente criativo favorece o engagement e partilhas das publicações.

Fonte: Instagram Control Portugal, Instagram Super Bock

 

As imagens acima são dois bons exemplos da importância do copywriting em publicações nas redes sociais. Neste caso, ambas as marcas possuem um tom de voz bastante jovem, descontraído e humorístico, pelo que recorrem a brincadeiras e trocadilhos com frequência. Nestes dois casos, sem o copy, seriam apenas duas imagens banais. Com copy… a história é outra, mas o final feliz envolveu milhares de interações.

As redes sociais são um terreno fértil para o copywriting. O segredo é entender o público de cada conta ou marca e adaptar o discurso em conformidade.
E por falar em entender o público, não podemos esquecer que cada rede social tem um público e uma identidade diferentes.

No LinkedIn, por exemplo, o público é mais profissional e espera conteúdo mais sério e informativo. Os utilizadores do Instagram, por outro lado, são mais orientados para o visual e esperam um conteúdo mais criativo e envolvente.

Algumas diferenças entre copywriting para Instagram e para LinkedIn:

  • Audiência: a audiência do Instagram é mais jovem e mais visualmente orientada do que a audiência do LinkedIn, que é mais profissional e orientada a negócios.
  • Linguagem: o copywriting para o LinkedIn deve ser mais formal e profissional do que o copywriting para o Instagram, que pode ser mais informal e pessoal.
  • Conteúdo: o conteúdo do LinkedIn deve ser informativo e educacional, enquanto o conteúdo do Instagram pode ser mais inspirador e emocional. No Linkedin, é também mais usual as marcas e empresas fazerem publicações que não falam dos seus produtos e serviços, mas que são mais orientadas para conteúdo de empresa e de equipa.
  • Formato: o Instagram é uma plataforma visual, o que significa que o copywriting para o Instagram deve ser adaptado para acompanhar imagens e vídeos, enquanto o copywriting para o LinkedIn pode ser mais focado em texto.
  • Call to Action: os CTAs para o LinkedIn devem ser mais orientados para negócios (“candidate-se à nossa vaga de emprego”, “conheça as nossas posições em aberto”, enquanto as chamadas para ação para o Instagram podem ser mais informais e pessoais.
  • Hashtags: as hashtags são importantes tanto para o Instagram quanto para o LinkedIn, mas as hashtags para o LinkedIn devem ser mais voltadas para negócios, enquanto as hashtags para o Instagram podem ser mais amplas e gerais.
  • Objetivos: O objetivo do copywriting para o LinkedIn é geralmente gerar leads, enquanto o objetivo do copywriting para o Instagram pode ser construir a marca e envolver os seguidores.

Para resumir, o copywriting nas redes sociais tem tudo a ver com entender quem queremos alcançar e impactar, “falando” de forma simples e objetiva, soltando a criatividade, contando histórias interessantes e sempre testando e ajustando a nossa abordagem ao público-alvo e à audiência predominante naquela rede social.

Email Marketing

O email marketing é uma das ferramentas de Marketing mais poderosas. Aqui também, a chave é captar a atenção do leitor logo de cara. Isso pode ser feito com um assunto atrativo e um primeiro parágrafo cativante. A partir daí, o conteúdo deve ser conciso e direto ao assunto, com um CTA claro para a ação no final.

Aqui listamos algumas técnicas de copywriting que pode pôr em prática para criar campanhas de email marketing eficazes:

  • Crie um assunto interessante: o truque para aumentar a taxa de abertura de um email é escrever um assunto que dê vontade de clicar.
    Tenha em mente alguns fatores ao escolher o assunto de uma campanha de email:
  1. Comprimento: A investigação indica que as linhas de assunto curtas têm a melhor taxa de abertura. Isto acontece provavelmente porque a maioria das pessoas lê e-mails nos seus dispositivos móveis. Se a linha de assunto do seu e-mail for longa, pode parecer excelente num computador, mas os utilizadores de dispositivos móveis não vão ver a história toda – e muito provavelmente não vão clicar nela.
  2. Escolha de palavras: Utilize verbos de ação na sua linha de assunto. Isto vai ajudar os subscritores a perceber o que devem fazer mesmo antes de abrirem o e-mail.
  3. Mantenha-o pessoal: ao utilizar nomes de pessoas reais nos campos “para” e “de”, terá taxas de abertura mais elevadas. O e-mail é um meio pessoal, por isso, trate-o dessa forma. É mais agradável para os leitores verem um e-mail na sua caixa de entrada com o seu nome e há formas automáticas de incluir o nome dos seus subscritores em cada email ou campanha.
  • Não se esqueça da pré-visualização de texto: no que diz respeito à escrita de e-mails, a pré-visualização de texto é muito semelhante a um tweet antes do Twitter aumentar o limite de caracteres. Tinha apenas alguns caracteres para despertar o interesse dos utilizadores e fazê-los ler para além da linha de assunto.
    Para os utilizadores de dispositivos móveis, este texto de pré-visualização ajuda-os a decidir se vale ou não a pena abrir o e-mail. Eis como ficam alguns emails num típico dispositivo móvel, apresentando trechos de alguns especialistas de destaque, incluindo Talia Wolf, uma especialista líder em conversão:

    Fonte: Campaign Monitor


  • Faça do copy uma conversa com o utilizador: a escrita de e-mails precisa ser pessoal se quiser que converta. Essa é a conclusão final. Em vez de escrever para centenas, milhares ou milhões de pessoas, imagine que está a escrever o e-mail para uma única pessoa. Finja que está a falar diretamente com um amigo ou com um cliente. Informe-o sobre as coisas emocionantes que deseja contar e explique o que quer que faça. Mantenha uma conversa.

    Este e-mail da The Royal Children’s Hospital Foundation usa as palavras “eu” e “tu” para ajudar o e-mail a parecer uma conversa pessoal entre dois amigos. Deixa claramente o leitor saber como pode ajudar e agir.

    Fonte: Campaign Monitor

     

    • Mantenha o corpo do email o mais conciso possível: Se estiver a escrever centenas de palavras no seu e-mail, não estará a seguir a melhor estratégia. Vá direto ao assunto: informe os seus subscritores sobre o que se passa e o que quer que eles façam.
      Parta o seu texto com muito espaço em branco: blocos enormes de texto farão com que os leitores cliquem no botão “voltar atrás”. Use listas com marcadores, frases curtas e perguntas conforme necessário para transmitir a sua mensagem.
Fonte: Mint

 

  • Certifique-se de que o conteúdo é relevante:

Da mesma saga “reuniões que podiam ser emails”, também existem emails que podiam ser posts de redes sociais ou artigos de blog. Sempre que considerar montar uma campanha de email marketing, certifique-se de que o tema é relavante para quem o vai receber, tendo sempre em conta que o email é, na verdade, uma caixa de correr, embora digital, e ninguém gosta de receber publicidade na caixa de correio sem que, com ela, venha algum benefício claro.

“Copy is a direct conversation with the consumer.” – Shirley Polykoff

Copywriting para Anúncios

Os anúncios são outra área onde o copywriting pode fazer uma grande diferença. O segredo é tornar o discurso relevante para o público-alvo. Isso pode ser feito com mensagens personalizadas que se conectam com os desejos e necessidades do consumidor. A utilização de técnicas de storytelling também pode ser eficaz para prender a atenção do usuário e fazer com que ele queira saber mais.

  • Conheça o seu público-alvo: antes de criar um anúncio, é importante conhecer o seu público-alvo. Entenda os seus desejos, as suas “dores”, necessidades e problemas para criar uma mensagem que ressoe com eles.
  • Crie uma mensagem clara e direta: os anúncios online têm pouco tempo para captar a atenção do público, por isso é importante criar uma mensagem clara e direta, que vá direta ao ponto e mostre os benefícios do seu produto ou serviço.
  • Use palavras que evoquem ação: use palavras de ação no seu anúncio para incentivar o público a agir. No entanto, tente focar-se em CTAs que reflitam mais a necessidade dos utilizadores e menos ações demasiado diretas no sentido comercial.
  • Ofereça um benefício: os consumidores querem saber o que há de bom para eles, então é importante destacar os benefícios do seu produto ou serviço. Use palavras que destaquem o valor que você está oferecendo.

O exemplo abaixo é um anúncio do Doutor Finanças no qual optaram por colocar uma questão comum a vários portugueses com a premissa de resposta após o clique. O objetivo deste anúncio é o de captação de leads através do preenchimento de um formulário que se encontra dentro do artigo para onde esse anúncio encaminha. Nesse artigo, respondem à questão feita no anúncio, criando um momento win-win, tanto para o utilizador como para a própria empresa, no caso de lead captada.

Fonte: Doutor Finanças

 

  • Use testemunhos ou depoimentos: os depoimentos de clientes satisfeitos podem ser uma ferramenta poderosa para persuadir outros consumidores a fazer negócio com uma marca ou para desbloquear uma compra pendente de dúvidas. Use citações de clientes satisfeitos ou depoimentos para reforçar a credibilidade da marca.

A importância de não subestimar o poder da palavra escrita

Em conclusão, é fundamental entender que as imagens não funcionam sozinhas, especialmente quando se trata de copywriting para canais de marketing. A palavra escrita tem um poder inegável de persuasão e impacto, capaz de criar conexões emocionais com o público-alvo. Ao trabalhar em conjunto com as imagens, o copy pode ajudar a criar uma mensagem mais clara e consistente, reforçando a identidade da marca e aumentando a probabilidade de conversão.

Assim, é essencial dedicar tempo e esforço a criar copy que transmita a mensagem correta para cada público-alvo, tendo em consideração o canal de marketing em que será veiculado. Além disso, é importante lembrar que a palavra escrita tem um poder imenso e que pode ser a chave para o sucesso de uma campanha de marketing efetiva. Investir em copywriting bem elaborado pode ser um diferencial importante para se destacar num mercado cada vez mais competitivo.

Se chegou ao final deste artigo e está empenhado em aprender mais sobre como o copywriting eficaz pode ajudar a elevar a sua marca ou negócio, não deixe de ler também o nosso artigo “Como criar uma audiência através do copy”.

Estratégia de SEO & SMO para TikTok: um “must-have”

Raquel Reis
Digital Marketing Strategist & Content Manager

Que uma estratégia de SEO é a nossa grande amiga para otimizar e posicionar websites e blogs no Google, isso nós já sabemos. E para as redes sociais será relevante?

Os dados não enganam e a verdade é que quase 40% dos jovens, quando procuram um restaurante não utilizam nem a opção de pesquisa nem o Google Maps, mas sim redes sociais como o Instagram e o TikTok.

Raquel Reis
Digital Marketing Strategist & Content Manager

Que uma estratégia de SEO é a nossa grande amiga para otimizar e posicionar websites e blogs no Google, isso nós já sabemos. E para as redes sociais será relevante?

Os dados não enganam e a verdade é que quase 40% dos jovens, quando procuram um restaurante não utilizam nem a opção de pesquisa nem o Google Maps, mas sim redes sociais como o Instagram e o TikTok.

Estes serviços do Google são atualmente “ameaçados” por uma preferência crescente pelas redes sociais como a primeira paragem na procura, seja de um produto, marca ou lugar.

Os utilizadores hoje em dia tendem a procurar informação de uma forma mais imersiva através de vídeos, esquecendo um pouco a pesquisa pelas famosas keywords.

Está a ficar claro onde queremos chegar?…

O digital está sempre a mudar e não podemos ficar parados. Os social media managers sabem disso; estão inclusive a perceber a importância do SEO na estratégia de redes sociais e, claro, a implementar. Segundo o Global Social Media Trends Report, 89% afirmam que a pesquisa nas redes sociais é importante para a sua estratégia.

Se poucas dúvidas haviam, agora ainda menos: otimizar os conteúdos para a pesquisa nas redes sociais deixou de ser nice-to-have e passou a ser must-have.

Em que consiste uma estratégia de SEO para TikTok?

Assim como fazemos para as páginas de web, esta estratégia passa por otimizar os vídeos no TikTok, através de keywords, para que estes surjam em primeiro lugar nos motores de pesquisa.

Qual a importância do SEO, se o TikTok nem é um motor de pesquisa? 

Sim, é uma rede social de entretenimento e não um motor de pesquisa, mas os utilizadores utilizam-na como tal através da barra de pesquisa da própria plataforma.

O TikTok tem vindo inclusive a acrescentar mais opções para melhorar a pesquisa de vídeos: expandiram o campo de descrição de vídeo de 300 caracteres para 2.200 e os utilizadores podem editar as legendas (algo anteriormente impossível).

Também com a atualização do Google que nos permite ver TikToks nos resultados de pesquisa, conseguimos aumentar o tráfego para as nossas contas.

Fonte: Google search

O que é isto do SMO?

Quando nos referimos a otimizar conteúdos especificamente para as redes sociais o termo correto não é SEO, mas sim SMO Social Media Optimization.

No entanto, dada a nova opção do Google que permite a pesquisa de vídeos do TikTok, é possível cruzar as duas – SEO & SMO -, e otimizar os conteúdos tanto para o Google como para a própria rede social. As duas estratégias são aliadas e complementares.

Não há dúvidas de que é uma grande vantagem para viralizar os nossos vídeos e, consequentemente, alcançar mais seguidores.

O caminho para implementar uma estratégia de SEO & SMO para o TikTok

Criar esta estratégia pode parecer um processo difícil e para ajudar, simplificámos este processo em 5 passos.

Tudo começa por compreender o público e a sua intenção de pesquisa

Como em qualquer estratégia, a base é entender o nosso público e o que ele procura.

Comece por analisar os vídeos no TikTok com os quais os seus seguidores estão a interagir, quais as hashtags que estão a utilizar e os comentários e mensagens que estão a deixar. Cruzando estes dados, consegue identificar os principais interesses.

Imaginando que tem uma marca de cosméticos capilares e que o objetivo é atrair um público que procura pelos melhores produtos de champô indicados para o seu tipo de cabelo. 

Este público pode estar à procura, por exemplo, de “melhores produtos cabelo”. Para o ajudar a compreender qual a intenção de pesquisa dos utilizadores poderá usar ferramentas como o AnswerThePublic e fazer uma lista de possíveis opções.

Passando ao próximo passo…

Escolher as keywords certas para os vídeos

Arriscamo-nos a chamar a este passo o centro da estratégia de SEO & SMO: selecionar as palavras-chaves certas, aquelas que vão atrair o nosso público.

Para selecionar as melhores keywords poderá seguir 3 pontos-chave em SEO:

  • Volume de pesquisa – quantas pessoas estão a pesquisar pela palavra-chave
  • Relevância – quão relevante é o seu conteúdo para a palavra-chave a ser pesquisada
  • Dificuldade da palavra-chave – esforço necessário para que o conteúdo seja bem classificado para um determinado termo de pesquisa

São várias as ferramentas que ajudam na escolha das melhores keywords como: Google Ads Keyword Planner, Semrush, Ahrefs, Ubersuggest, entre outras. Mas estas estão essencialmente orientadas para o Google e não para o TikTok. 

Como a implementação de uma estratégia de SEO para o TikTok é algo recente, não existem atualmente ferramentas especificamente orientadas para esta plataforma. Mas há uma grande novidade: o Keywords Insights criado pelo próprio TikTok que ajuda a inspirar na criação de anúncios e que pode vir a ser uma ajuda para SMO. Vale a pena testar!

Fonte: Keywords Insights on TikTok

Enquanto vamos testando esta nova ferramenta, o ideal é aplicar o processo de pesquisa como exemplificamos a seguir, imaginando mais uma vez que somos uma marca de cosméticos capilares:

Fonte: TikTok search

Ao fazermos uma pesquisa por “melhores produtos cabelo”, a própria plataforma forneceu várias combinações de palavras-chave relacionadas, que os utilizadores estão interessados ou que procuram ativamente: “melhores produtos cabelo loiro”, “…encaracolado”, “…liso”.

A partir deste tipo de pesquisa conseguimos reunir várias keywords relevantes para a nossa estratégia.

Incorporar as palavras-chave nos vídeos

Chegámos à fase de incluir as palavras-chave no vídeo. Devem ser adicionadas nos títulos, descrições, legendas, capas e ditas em voz alta.

O algoritmo do TikTok favorece os vídeos onde as palavras-chave são realmente ditas. Uma dica é mencionar logo nos primeiros 3 segundos.

Estas devem estar ainda em hashtags para que, numa fase de pesquisa, os nossos vídeos sejam mais facilmente encontrados pelos utilizadores. Assim, como numa estratégia de SEO para o Google, poderá utilizar a palavra-chave principal e variações da mesma. 

Resumindo, são cinco as formas de incorporar as palavras-chave nos vídeos do TikTok:

    • Texto in-video
    • Discurso
    • Legenda
    • Hashtags
    • Legendas fechadas automatizadas 

O ideal é unir todas estas opções para que o vídeo esteja realmente otimizado. 

Determinar uma estratégia de hashtags

A expressão “quanto mais melhor” não é a melhor estratégia quando se trata de hashtags.

Uma boa estratégia implica ter hashtags que correspondam ao conteúdo abordado no vídeo e que combinem long-tail keywords com short-tail

O que é que as diferencia? As long-tail keywords são mais específicas, têm menos volume de procura, mas a taxa de conversão é superior. Numa estratégia de SEO & SMO para TikTok sugere-se a utilização dos dois tipos de keywords.

Fonte: Semrush

Mais uma vez, utilizando como exemplo a marca de cosméticos capilares… #melhoresprodutoscabeloloiro” é um hashtag utilizando uma long-tail keyword. O objetivo seria atingir um público com interesse em conhecer produtos específicos para cabelo loiro. Utilizar uma short-tail como #produtoscabelo, o objetivo é alcançar o maior número de utilizadores com interesse neste tema em geral.

A indexação é também uma boa forma de utilizar hashtags e impulsionar a descoberta de séries/rubricas. Por exemplo, ao criar uma série de conteúdos sobre cuidados a ter com o cabelo no verão, podia incorporar o hashtag #[nome da conta]cuidadoscomcabelonoverão e, assim, agrupar vários vídeos que abordem este tema.

Analisar, aprender e rever a estratégia 

O último passo não é de todo o menos importante. É, na verdade, um dos mais importantes em qualquer estratégia: analisar dados.

Uma estratégia de SEO & SMO para o TikTok não é exceção. 

Analisar os dados dos vídeos dar-lhe-á uma visão do seu desempenho. O algoritmo tem em conta o número de visualizações, likes e comentários que um vídeo obtém, bem como o que outros utilizadores estão a procurar.

Se os seus vídeos viralizaram, pode reutilizar hashtags e criar uma segunda série de um determinado tema ou fazer testes A/B com hashtags semelhantes.

Analisar, aprender e reajustar. Mas se correr bem… repita!

 

Agora que chegou ao fim, lembre-se que mais do que garantir a relevância dos conteúdos para o algoritmo, a otimização dos mesmos permite oferecer valor e fortalecer a relação com os utilizadores. 

Não comunicamos para os algoritmos, mas sim para as pessoas.

KPIs que medem o sucesso das marcas

Pauliny Zito
Planner, copywriter e copydesk

Os Indicadores-chave de Desempenho ou KPIs (Key Performance Indicators) são uma maneira muito comum de medir como uma empresa está a crescer num todo. 

Os KPIs estão intrinsecamente ligados aos objetivos e aspectos do negócio, geralmente definidos e revistos a cada trimestre. Eles ajudam a acompanhar a saúde do negócio, por isso mesmo também são chamados de health metrics (métricas de saúde, em português).

KPIs relevantes que, de facto, medem o sucesso das marcas são indicadores de resultados, e não simplesmente medidores de atividades.

Como disse (e bem) Noelia Fernandez, diretora de vendas de grandes clientes do Google para o norte da Europa: “Em última análise, o sucesso é comprovado quando os comportamentos mudaram”.

Pauliny Zito
Planner, copywriter e copydesk

Os Indicadores-chave de Desempenho ou KPIs (Key Performance Indicators) são uma maneira muito comum de medir como uma empresa está a crescer num todo. 

Os KPIs estão intrinsecamente ligados aos objetivos e aspectos do negócio, geralmente definidos e revistos a cada trimestre. Eles ajudam a acompanhar a saúde do negócio, por isso mesmo também são chamados de health metrics (métricas de saúde, em português).

KPIs relevantes que, de facto, medem o sucesso das marcas são indicadores de resultados, e não simplesmente medidores de atividades.

Como disse (e bem) Noelia Fernandez, diretora de vendas de grandes clientes do Google para o norte da Europa: “Em última análise, o sucesso é comprovado quando os comportamentos mudaram”.

Fonte: Fauxels

Como definir os KPIs 

Ao iniciar o processo de definição de KPIs, o profissional deve questionar-se:

  • Que informações desejo obter? 
  • Qual é o resultado desejado e porque é importante?
  • Quem é responsável pelo resultado?
  • Como vou conseguir o resultado?
  • Qual será a frequência de reavaliação da meta e do progresso?
  • Como medir o sucesso?

É fundamental alinhar os indicadores de acordo com os objetivos do negócio.

Um bom KPI possui certas características básicas: está disponível para ser medido; é importante e relevante para a base do negócio; ajuda em escolhas inteligentes e tem periodicidade, isto é, precisa ser acompanhado e medido constantemente.

Em resumo, um bom KPI mostra como o seu objetivo está a trazer mais negócios ou oportunidades de negócio para a sua empresa.

KPIs para as marcas

Durante o processo de análise da sua marca, deve considerar o comportamento de compra e informação, publicidade e pontos de contacto, promessas e associações da marca, digitalidade da marca e respetivas perguntas individuais.

Para uma marca ter sucesso, é fundamental conhecer as necessidades e desejos dos consumidores, do seu público-alvo, ter uma visão ampla de mercado e concorrência e perceber como sua marca pode tornar-se mais relevante e atraente ao longo do tempo.

Os principais tipos de KPI são de vendas, marketing e produtividade e as suas principais categorias são:

  • Indicadores de produtividade

Medem a quantidade de recursos que a empresa utiliza para gerar um determinado produto e/ou serviço.

  • Indicadores de qualidade

Auxiliam na análise da qualidade do produto e/ou serviço ao longo do processo produtivo.

  • Indicadores de capacidade 

Analisam a capacidade de resposta de um processo através da relação entre as saídas produzidas por unidade de tempo.

  • Indicadores estratégicos

Fornecem um comparativo do cenário atual da empresa relativamente às metas definidas anteriormente.

Os KPIs também podem ser classificados em três categorias básicas:

1. KPIs primários

São os principais para o seu objetivo, nomeadamente: leads (potenciais clientes), tráfego, custo de aquisição por lead, taxa de conversão, receita total, receita por compra, entre outros.

2. KPIs secundários

Mostram que os testes e a gestão da estratégia estão a correr bem. Os KPIs secundários devem justificar os primários, mostrando como aqueles resultados estão a ser conseguidos. Alguns exemplos: custo por lead em cada etapa do funil, assinantes da newsletter, assinantes do blog, visitas recorrentes no blog, custo por visitante, origem do tráfego (orgânico, pago, médias sociais, direto, e-mail e outros), preço médio por transação.

3. KPIs práticos 

Visitas e visualizações de páginas, taxa de rejeição, melhores landing pages, page rank (ranking da página), palavras-chave mais pesquisadas (de acordo com o seu negócio), conteúdos mais lidos/visitados, tráfego, visitantes (novos versus recorrentes), interações sociais.

O responsável de Marketing deve avaliar periodicamente todos os KPIs escolhidos, no entanto, os KPIs mais interessantes para a direção são os que trazem lucro para a empresa.

KPIs versus métricas

KPIs e métricas não são a mesma coisa. Enquanto os KPIs são indicadores de desempenho da empresa, uma métrica é apenas algo a ser quantificado ou medido, que gera relatórios e insights

Entretanto, uma métrica pode tornar-se um KPI quando ajuda nas decisões internas da empresa e/ou guia a empresa nos seus propósitos, já que, para ser um KPI, tem de ser valioso para o negócio e auxiliar os gestores a tomar decisões inteligentes.

Tenha sempre em mente que o KPI deve ser relevante para o objetivo. Indicadores de vaidade, isto é, que não mostram nenhum resultado, não são bons indicadores-chave de desempenho, como, por exemplo, número de seguidores e quantidade de likes no Instagram.

KPIs que medem o sucesso das marcas

Existem milhares de KPIs, que podem ser números ou percentuais, e o desafio é descobrir quais são os mais importantes para o seu negócio tendo em conta também a indústria ou sector de atuação da sua empresa.

Quantidade de Leads

Lead é uma oportunidade de negócio, ou seja, uma pessoa interessada pelo produto ou serviço, um potencial cliente. Para atrair visitantes e convencê-los a deixar o contacto, é necessária uma campanha de Inbound Marketing estratégica e focada. Este indicador é relevante tanto para a equipa de Vendas como para a equipa de Marketing, basta identificar o total de leads geradas no negócio em determinado período.

Quantidade de Prospects

Prospect é uma lead numa fase mais avançada, quase pronto para adquirir o produto. Quando uma lead evolui para prospect, a equipa de Vendas irá perceber o melhor momento para fazer a abordagem, como fazê-la e quais são as ofertas mais interessantes para esse futuro consumidor.

Custo por Lead (CPL)

O CPL é o custo para gerar uma lead. É preciso medir cada canal e meio de aquisição para perceber qual deles gera mais leads e respetivo custo, e assim otimizar os investimentos e aumentar a geração de leads. Fórmula para calcular o CPL: custo total de ações de marketing ÷ número de leads geradas em determinado período.

Custo de Aquisição do Cliente (CAC)

O CAC está relacionado tanto à área de Marketing quanto às Finanças. É o gasto médio da empresa para a aquisição de um cliente. Pode ser calculado através da fórmula: total das despesas com vendas e marketing ÷ total de clientes adquiridos.

Custo por Clique (CPC)

O CPC é o custo determinado por plataformas de publicidade online por cada clique num anúncio patrocinado. É o valor propriamente dito que o anunciante pagará pelo clique no seu anúncio. Cálculo: custo total da campanha ÷ número de cliques que o anúncio recebeu.

Taxa de Churns

A taxa de churns é o total de cancelamento, isto é, quanto a empresa perdeu de receita ou clientes. Cálculo: quantidade de clientes perdidos ÷ total de clientes ativos no início do período de análise × 100.

Taxa de Conversão de Leads

É a percentagem de leads que se tornaram clientes, ou seja, leads geradas versus leads convertidas, muito útil para analisar o desempenho da estratégia de Marketing Digital, calculada por meio da fórmula: total de leads ÷ total de visitantes × 100.

Taxa de Cliques ou Click Through Rate (CTR)

A CTR é um dos indicadores mais importantes a ser acompanhado numa estratégia de Marketing Digital. É a taxa de cliques de um e-mail ou anúncio, que indica a percentagem de pessoas que clicaram na ligação após visualizá-la. É calculada através da seguinte fórmula: número de cliques que o anúncio recebeu ÷ total de vezes que o anúncio foi exibido × 100.

Taxa de Retenção do cliente 

A taxa de retenção do cliente é o número de clientes que continuam fiéis à empresa após uma conversão ou compra. Quanto mais tempo mantiver um cliente, maior será o valor da vida útil dele. 

Leads qualificadas mensais

Existem alguns fatores que podem mostrar quando as leads estão prontas, isto é, qualificadas para a equipa de Vendas agir: a necessidade que a lead demonstra pela solução; a adequação entre o produto e a lead (fatores geográficos, de disponibilidade etc.); o orçamento da organização da lead (poder de compra); a autoridade do contacto (poder de decisão); o timing da venda e do interesse.

Ticket médio

O ticket médio é a média de quanto cada cliente gasta na empresa, uma ótima métrica para avaliar o desempenho das vendas. O cálculo do ticket médio é o volume de vendas no período dividido pelo número de vendas no mesmo período.

Receita 

A receita representa as entradas de capital que resultam da atividade de uma empresa ao vender produtos ou serviços: quantidade de produtos ou serviços vendidos × preço.

ROI (Return on Investment)

O ROI (retorno sobre investimento) é o valor faturado subtraído dos custos, dividido por esses custos.

Tráfego 

Número de visitas ao website, que pode ser medido e acompanhado diariamente ou mensalmente: DAU (Daily Active Users) e MAU (Monthly Active Users). O tráfego mostra se os esforços de e-mail, SEO e redes sociais estão a gerar bons resultados e indica os canais (origem do tráfego) e as palavras-chave de melhor desempenho na campanha.

Visitantes que retornaram / Total de visitantes

Do total de visitantes do website, quantos retornaram.

Tempo médio na página

Duração média da sessão dos visitantes do website ou blog.

Taxa de Conversão do website

Do total de visitantes, quantos deles convertem uma ação, nomeadamente: descarregam um e-book, fazem uma compra, preenchem um formulário. É a conversão de visitantes do website em leads, sejam qualificadas para Marketing, sejam para Vendas.

Taxa de Conversão de um CTA

Dos visitantes de uma página, quantos deles clicam num botão (CTA: Call to Action).

Taxa de Cliques em páginas 

Dos visitantes de uma página, qual a percentagem que clica nalguma ligação.

Páginas por visita

Quantas páginas são visualizadas por visita ao website ou blog.

Quantidade de backlinks 

Quantas ligações em outros websites (de relevância) direcionam para o seu website.

Autoridade da página

A autoridade da página é a medida da qualidade do conteúdo e da relevância da página, fornecida por ferramentas analíticas.

Google pagerank

Ranking da página no Google, calculada pelo Google a partir do uso de vários algoritmos para determinar a importância das páginas.

Palavras-chave no TOP 10 SERP

Número de palavras-chave do website que o fazem ser apresentado entre os 10 primeiros resultados do Google.

Taxa de Conversão por palavra-chave 

Percentagem de visitantes atraídos pela palavra-chave que converteram ações no website.

Taxa de Rejeição (Bounce Rate)

Dos visitantes do website, quantos deles acessam uma página e após poucos segundos vão embora.

Tráfego gerado nas redes sociais

Visitantes do website que vieram de ligações nas redes sociais.

Custo por Mil (CPM)

CPM no marketing digital é uma sigla para a métrica de desempenho “Custo por Mil Impressões”, ou seja, qual valor está sendo cobrado quando os anúncios são impressos (exibidos) mil vezes.

Click to Open (CTO)

O CTO é o número de cliques dividido pelo número de aberturas do e-mail.

Engagement Social

Envolvimento das pessoas com a marca através de partilhas, comentários e menções nas redes sociais.

Net Promoter Score (NPS)

O NPS mede a satisfação dos clientes. Pergunta-se “de 0 a 10, qual a probabilidade de indicar a nossa empresa aos amigos?” A fórmula para calcular o NPS é a percentagem de clientes promotores (notas 9 e 10) menos a percentagem de clientes detratores (notas de 0 a 6).

Customer Lifetime Value ou Valor da Vida Útil do Cliente (CLTV)

O CLTV é a previsão da quantidade total de dinheiro que um cliente gastará durante o relacionamento com a marca, ou seja, o valor que um cliente gera para uma empresa ao longo do seu ciclo de vida.

Tempo do Ciclo de Vendas

Quanto tempo demora para concluir uma venda.

Tempo Médio de Conversão de Vendas

Quanto tempo, em média, a equipa de Vendas demora para converter uma venda.

Taxa de Crescimento de Clientes

Percentagem de crescimento de clientes de um mês para o outro, a cada trimestre, semestre ou ano.

Brand Equity (Valor da Marca)

Brand Equity é o conjunto de associações e comportamentos da parte de clientes, membros do canal e empresa controladora da marca que permite à marca ganhar maior volume ou maiores margens do que conseguiria sem o nome da marca e que lhe dá uma vantagem forte, sustentável e diferenciada sobre os concorrentes. (Fonte: Marketing Science Institute)

O valor da marca é a força de uma marca a partir dos ativos financeiros envolvidos nela. Um efeito diferenciador intangível, que, se positivo, confere-lhe uma vantagem competitiva no mercado. O valor da marca pode ser determinado a partir dos resultados financeiros de um produto em relação aos seus preços; do valor da marca ao introduzir novos produtos; e do valor da marca com base nos pensamentos, sensações e hábitos dos clientes em relação ao negócio.

Nesse contexto, também contribuem para o sucesso de uma marca, tornando-a valiosa, as variáveis: Conhecimento, Lembrança, Imagem, Reconhecimento e Coerência da Marca, para além de Satisfação com a Marca.

O Conhecimento de Marca é o nível de familiaridade dos consumidores com o produto ou serviço e a chave para o Brand Equity pois gera a resposta diferenciada, podendo ser caracterizado em dois componentes: Lembrança e Imagem de Marca.

A Lembrança de Marca é a capacidade de os consumidores se lembrarem da marca sem ajuda. Já a Imagem de Marca é como os consumidores vêem a marca, como eles percebem o que ela representa, as associações que fazem à marca, os sentimentos deles após interações com a marca.

Marcas com alto Reconhecimento são vistas como tendências, populares, de destaque.

A Satisfação dos consumidores com determinada marca é uma consequência dos sentimentos e pensamentos em relação à experiência que tiveram com a marca e está diretamente ligada à Coerência de Marca, isto é, a diferença entre as promessas da marca e a perceção real dela.

Um cliente satisfeito pode tornar-se um defensor da marca, indicando-a para outras pessoas.

Data-driven Marketing e Vendas

Data-driven é uma estratégia de coleta, armazenamento e processamento de dados, com o objetivo de gerar insights, tendências e informações sobre o próprio negócio e o mercado. A gestão desses dados ajuda a transformar conhecimento em ações e decisões mais inteligentes. (Fonte: Blog HubSpot)

Os departamentos de Marketing e Vendas da empresa devem analisar os dados com inteligência e tomar as melhores decisões. Para tanto, devem fazer um planeamento inicial para identificar todos os pontos de conversão.

Os KPIs mais importantes para quem analisa os dados são:

  • Click Through Rate (CTR) = taxa de cliques de um anúncio/e-mail;
  • Connect Rate = taxa de conectividade, que indica quantos cliques realmente tornaram-se sessões;
  • Taxas de Conversão no funil de Marketing: Visitantes → Leads → Oportunidades → Clientes;
  • Custo por Lead (CPL);
  • Custo de Aquisição do Cliente (CAC).
Fonte: olia danilevich

As equipas devem verificar também se o público está a aceder ao website por telemóvel ou portátil; qual a performance de conversão por cada tipo de navegador; e se há um canal que traz mais de 50% dos resultados.

Outros indicadores relevantes são:

  • Tempo Médio de Sessão no website e Taxa de Rejeição;
  • Tempo de conexão com um servidor;
  • SEO (Search Engine Optimization): avaliar o tráfego e a integração com o Google Search Console para comparar os resultados por períodos e identificar palavras-chave específicas utilizadas para chegar a cada conteúdo.

Relativamente à equipa de Vendas, os cinco principais KPIs a serem vistos são:

  • Valor da Vida Útil do Cliente (CLTV); 
  • Taxas de Conversão: desde o que entra no funil até o que sai dele;
  • Percentual da equipa que está a alcançar a meta;
  • Número de vendas por vendedor;
  • Movimentação do pipeline de vendas.

Fortaleça a sua marca através dos KPIs

Os KPIs possibilitam acompanhamento e melhor gestão do nível de desempenho e sucesso das estratégias da empresa porque monitoram a saúde da empresa, medem o progresso, analisam padrões ao longo do tempo, auxiliam o gestor a fazer ajustes e a manter-se no caminho certo, a resolver problemas e a aproveitar oportunidades.

Assim, os KPIs oferecem um diagnóstico da companhia, para que ela possa atuar no problema e posicionar-se melhor no mercado.

Vantagens de uma marca forte

 

✔ Melhor perceção do desempenho do produto ou serviço;
✔ Maior fidelidade;
✔ Menor vulnerabilidade a ações de marketing da concorrência;
✔ Menor vulnerabilidade a crises;
✔ Maiores margens;
✔ Resposta mais inelástica do consumidor a aumentos de preços;
✔ Resposta mais elástica do consumidor a reduções de preços;
✔ Maior cooperação dos intermediários;
✔ Maior eficácia de programas de comunicação e marketing;
✔ Oportunidades de licenciamento;
✔ Oportunidades de extensão de marca.

(Fonte: Brand EquityBrand Equity baseado no cliente, de Thiago Carneiro) 

O fortalecimento do valor da marca só será possível, primeiramente, percebendo bem o comportamento do público, depois medindo KPIs relevantes e fazendo recomendações de ações derivadas deles.

Como criar uma audiência através do copy

Pauliny Zito
Planner, copywriter e copydesk

Copy não é “só” para artigos de blog, sites ou legendas de redes sociais.

O facto é que, com as redes sociais, passamos a escrever muito mais e tornamo-nos todos “escritores” ou “redatores”, como queira.

Escrever sempre fará parte do processo, quer na criação de vídeos, de podcasts, de apresentações dinâmicas ou de jogos. Afinal, planear é preciso.

Não importa o formato ou a media, o desafio é escrever bem ao ponto de criar uma audiência fiel ao longo da jornada de compra.

Perceba como neste artigo.

Pauliny Zito
Planner, copywriter e copydesk

Copy não é “só” para artigos de blog, sites ou legendas de redes sociais.

O facto é que, com as redes sociais, passamos a escrever muito mais e tornamo-nos todos “escritores” ou “redatores”, como queira.

Escrever sempre fará parte do processo, quer na criação de vídeos, de podcasts, de apresentações dinâmicas ou de jogos. Afinal, planear é preciso.

Não importa o formato ou a media, o desafio é escrever bem ao ponto de criar uma audiência fiel ao longo da jornada de compra.

Perceba como neste artigo.

O que é o Copy

Copywriting ou simplesmente Copy é a escrita persuasiva, uma técnica para convencer a audiência a realizar uma ação.

Por isso, o copy, seja de conversão, seja de conteúdo, está totalmente ligado a uma persona (representação do cliente ideal).

Um bom copy

Nunca é uma cópia de outro.

Não faz generalizações.

Não é agressivo.

Não recorre a clichês.

Um bom copy é criativo e sempre original, alinhado com a estratégia de marketing digital e direcionado para a persona.

Um bom copy contextualiza, tem uma certa profundidade.

Metodologia Inbound

Para um copy de sucesso, aplique a Metodologia Inbound.

Inbound = Conteúdo + Contexto (para quem está a criar).

Em poucas palavras, é a informação certa para a pessoa certa no momento certo, em todas as interações.

O Inbound Marketing trabalha para criar relacionamentos individualizados que causem um impacto duradouro na sua audiência e na sua marca. Ou seja, o foco é sempre o cliente.

Essa metodologia deve abranger todas as equipas (Marketing, Vendas e Atendimento) e, basicamente, possui três fases:

  1. Atrair (Attract)
  2. Envolver (Engage)
  3. Encantar/Fidelizar (Delight)

Alguns autores identificam essas três fases assim:

  1. Atração
  2. Consideração 
  3. Decisão

Storytelling

Há quem goste de contar histórias. Há quem goste de ouvir histórias. Mas de uma coisa temos a certeza. Uma boa história é capaz de chamar a atenção e cativar muitas pessoas.

Por esse motivo, o método do storytelling – ou contar histórias – está muito presente na produção de conteúdo em geral. E, claro, também no copywriting.

As histórias ligam pessoas a pessoas, geram identificação, e por isso são uma excelente estratégia de aproximação entre marcas e clientes.

Envolva a persona ao relatar a sua história. A identificação acontece consoante a situação, a jornada e a emoção.

Para além disso, o storytelling é uma boa técnica para conteúdo com potencial viral, podendo ser aplicado pontualmente no conteúdo ou como parte de sua estrutura.

Jornada do Herói

  • Introdução
  • Problema (Dor)
  • Recusa ao chamado (momento de tensão)
  • Mentor
  • Desafio (Clímax)
  • Resolução

Gatilhos mentais

Gatilhos mentais são motivadores psicológicos ou facilitadores para o cérebro que ajudam a despertar a emoção, sendo amplamente aplicados no copy.

Robert B. Cialdini, em As Armas da Persuasão, faz menção a seis gatilhos mais usados na publicidade:

1) Reciprocidade

Reciprocidade é entregar valor para que a persona retribua.

2) Compromisso e Coerência

Cumprir o combinado e ser coerente em todos os momentos.

 

3) Aprovação Social

“Como 95% das pessoas são imitadoras e apenas 5% iniciadoras, elas são convencidas mais pelas ações dos outros do que por qualquer prova que possamos oferecer.”

– Roberto Cavett

4) Afeição

Afeição é criar vínculo, conexão com a persona.

5) Autoridade

A empresa como uma especialista em determinado assunto. É o princípio de reputação.

6) Escassez

A escassez pode ser de tempo, de bónus, de vagas, de acesso.

Como criar a sua escrita mais fácil, acessível e divertida 

Existe um método chamado Estrutura do GPS de Escrita (Writing GPS Framework, termo original em inglês) que coloca o leitor no centro do seu trabalho e possibilita a si publicar com confiança.

Esse método leva o escritor ou copywriter de uma ideia inicial a um conteúdo completo.

A Estrutura do GPS de Escrita tem três etapas:

1) G: para ir (Go)

Antes de começar efetivamente a escrever, o primeiro passo é pesquisar e planear, pois, assim, a escrita deverá fluir com mais facilidade e naturalidade.

Mas antes disso, identifique a sua meta, isto é, o objetivo do conteúdo. Olhe para esse objetivo e reformule-o da perspetiva do cliente, pensando no benefício para ele e porque ele deverá converter após ler o seu conteúdo.

Depois, reúna dados ou evidências, nomeadamente estatísticas, factos, números, pesquisas, citações de especialistas e depoimentos de outros clientes.

Finalmente, organize as suas ideias, pensando no formato do seu conteúdo.

2) P: para empurrar (Push)

Chegou o momento de escrever e reescrever.

Primeiro, escreva um primeiro rascunho sem se preocupar com erros ou incoerências, pois o ponto aqui é colocar as suas ideias no papel. 

A seguir, reescreva o seu conteúdo para uma pessoa (a persona, por exemplo), mantendo as partes boas, eliminando as partes ruins e reescrevendo o conteúdo. Ao fazer isso, a sua escrita terá um tom mais natural, focado, amigável e acessível.

Com o tempo, e algumas técnicas, conseguirá desenvolver a sua própria voz, conquistando a sua audiência: note o que se repete no seu conteúdo, o tamanho das suas frases, o seu vocabulário, a sua pontuação, o seu estilo descritivo, o seu diferencial relativamente a outros escritores. 

Uma dica extra é testar novos estilos e novas ideias, especialmente técnicas de pessoas que admira.

3) S: para brilhar (Shine)

Nesta última etapa, deverá rever o conteúdo e publicá-lo.

Para isso, pode recorrer a ferramentas de edição de Inteligência Artificial, como as aplicações Grammarly ou Hemingway. Mas cuidado! A IA não deve substituir um bom editor ou revisor humano. 

Por fim, leia o seu conteúdo em voz alta para identificar onde/se está confuso, para além da fluidez e do ritmo da escrita.

Pergunte a si mesmo: esse conteúdo faz o leitor querer avançar até ao final?

Como criar um plano de conteúdo a longo prazo

Para criar uma audiência através do copy, terá de criar necessariamente um plano de conteúdo a longo prazo. 

Como fazer isso? Considere as três etapas a seguir:

Etapa 1: Definir metas de marketing

Defina as metas de marketing com base na Meta SMART: Specific (Específica), Measurable (Mensurável), Attainable (Alcançável), Relevant (Relevante), Timely (Tempo determinado).

Etapa 2: Avaliar as iniciativas e os ativos da sua organização

Avalie as iniciativas e os ativos da sua organização por meio de auditoria de conteúdo, auditoria baseada em eventos, como projetos, prioridades ou eventos futuros.

Etapa 3: Identificar a jornada do cliente para as suas buyer personas

Nessa etapa, lembre-se de que a jornada do cliente está sempre a evoluir.

Como utilizar o copywriting 

Copy nas diferentes fases do funil:

Topo do Funil: Descoberta

No topo do funil, um gatilho mental que funciona bem é o da Reciprocidade. Nesta fase, ofereça conteúdos ricos para a sua audiência.

Meio do Funil: Solução

No meio do funil, utilize os gatilhos mentais Prova Social e Storytelling a fim de fortalecer o relacionamento com a sua persona.

Fundo do Funil: Tomada de Decisão

No fundo do funil, trabalhe com os gatilhos mentais Autoridade e Escassez valendo-se da persuasão.

Copy em materiais ricos

Use uma linguagem atemporal no material rico.

Explore comparações. 

Coloque-se como referência, autoridade, e apresente algo relevante, com um diferencial.

Escreva títulos persuasivos, com indagações ou promessas – e cumpra-as no material rico (num e-book, por exemplo).

E não se esqueça de interagir com a persona.

Copy em conversões (vendas)

Chame a atenção da persona. 

Explore a dor dela. Apresente a solução. Desperte a emoção por meio dos gatilhos mentais. 

Mostre o caminho para a tomada de decisão. 

Escreva uma frase de impacto e uma chamada para ação (CTA) clara e direta, sem ser agressiva e com frases curtas e simples (de 5 a 7 palavras).

Escaneabilidade

Escaneabilidade é o mesmo que otimizar o conteúdo para melhorar a experiência do utilizador, isto é, um recurso para facilitar a leitura dinâmica do conteúdo.

Tais recursos podem ser:

  • negrito
  • itálico
  • intertítulos
  • listas numeradas
  • imagens 
  • ligações

Um copy otimizado para motores de pesquisa utiliza:

  • palavra-chave assertiva
  • conteúdo autêntico
  • texto de qualidade
  • escrita pensada em SEO

Como criar um copy irresistível

Se conseguiu chegar até aqui, parabéns! 

Está realmente empenhado em criar copies irresistíveis!

Técnicas

Abaixo, partilho algumas técnicas a considerar na sua cópia:

3 Cs

Claros | Concisos | Convincentes

Fórmula 1-2-3-4

O que é que eu tenho para si? Escreva tudo sobre a oferta, produto ou serviço.

O que é que farei por si? Escreva sobre as vantagens e benefícios do produto ou serviço.

Quem sou eu? Demonstrar autoridade. Escreva sobre a sua empresa (ou sobre si próprio, já agora).

Quais são os Próximos Passos? Coloque o CTA.

Fórmula PAS

Dor | Agitar | Resolver

4 Ps de Persuasão

Promessa | Imagem | Provas | Push

Tom da escrita

Entretanto, para um copy ser, de facto, irresistível, combine essas técnicas com um elemento-chave importante: o tom da escrita.

Tão importante quanto o que você diz (ou escreve) é o tom que você escolhe para o dizer (ou escrever). No fundo, é o seu modo de expressão

Dessa forma, o tom da sua escrita é obtido pela escolha das palavras, pela história contada e pela conotação pretendida

Ironias demais, recursos de menos comprometem a escrita e podem fazer a sua audiência abandonar o conteúdo. E, pior, desistir da compra, se o copy é de conversão.

Uma história boa, eficaz e memorável nem sempre será um êxito garantido, pois depende de como será narrada. E esse ‘como’ vai depender do ‘quem’ está a ouvir (ou a ler).

Assim como palavras rebuscadas ou muito técnicas podem afastar a audiência por considerá-las elitistas.

Percebeu porque é que a persona importa tanto?

A alma do copy

Um copy de sucesso é aquele que interage com a persona e toca nas emoções dela. 

Um copy de sucesso é aquele que emprega um tom na escrita que se conecta com a persona.

Mostre à sua audiência os benefícios do que está a vender. 

Mova-a, induza-a, conduza-a para uma solução.

Ajude os seus clientes a crescer. 

Crie relacionamentos duradouros através de três vertentes:

  1. Resolvendo problemas.
  2. Ajudando-os a atingir metas.
  3. Excedendo expetativas, com recomendações adicionais, instrução e serviço de alto nível.

Encerro esse artigo com algumas dicas para escrever um copy com alma

✔ Coloque-se no lugar da sua buyer persona.
✔ Monitorize as redes sociais para ver o que os seus clientes têm falado sobre a sua marca.
✔ Meça e acompanhe as interações.
✔ Realize sondagens com os seus clientes.
✔ Faça perguntas abertas.
✔ Beneficie a Regra 80/20: 80% ouvir | 20% falar
✔ Tenha reciprocidade.
✔ Utilize dados e pesquisas.
✔ Estabeleça interações (grandes ou pequenas) constantes.
✔ Escreva variações do mesmo copy.

E lembre-se: as empresas que melhor educam serão as mais bem-sucedidas.