Vídeo marketing: o que resultou no passado e o que se espera para o futuro

Catarina Alves Sousa
Social Media Manager & Content Writer

Já reparou que estamos constantemente expostos a vídeos? Mais do que nunca estamos  a ser alvo deste tipo de conteúdo, quer procuremos por ele, quer não. As marcas também já repararam neste fenómeno e estão a procurar manter-se a par do mesmo, aumentando o investimento – e até a criatividade – em vídeo marketing. Neste artigo, vamos explorar o que nos levou a este consumo e debruçamo-nos sobre as maiores tendências para o futuro do vídeo marketing.

Catarina Alves Sousa
Social Media Manager & Content Writer

Já reparou que estamos constantemente expostos a vídeos? Mais do que nunca estamos  a ser alvo deste tipo de conteúdo, quer procuremos por ele, quer não. As marcas também já repararam neste fenómeno e estão a procurar manter-se a par do mesmo, aumentando o investimento – e até a criatividade – em vídeo marketing. Neste artigo, vamos explorar o que nos levou a este consumo e debruçamo-nos sobre as maiores tendências para o futuro do vídeo marketing.

Seja em redes sociais, sites ou até mesmo em landing pages, os vídeos marcam presença por todo o lado e é impossível ignorá-los. Porém, a ascensão do vídeo marketing não aconteceu por acaso e se, atualmente os conteúdos em vídeo alcançam até 1200% mais engagement comparativamente a outros formatos, existem factos que explicam estes números, começando pela pandemia.

A pandemia da COVID-19, que assolou o mundo em 2020, trouxe consigo uma série de mudanças significativas no comportamento e hábitos humanos. Uma das transformações mais notáveis foi o boom exponencial do vídeo e do vídeo marketing. Com as restrições de mobilidade e o confinamento, as pessoas passaram a consumir (e a produzir) mais conteúdo online, e as empresas rapidamente perceberam a importância de se adaptar a esta nova realidade. O vídeo, pela sua capacidade de transmitir mensagens de forma dinâmica e envolvente, tornou-se a ferramenta de eleição para muitas marcas. Empresas de todos os tamanhos e setores intensificaram a sua presença digital, apostando em campanhas de vídeo marketing para alcançar e envolver o seu público-alvo. Esta tendência, que começou como uma resposta imediata à pandemia, promete continuar a crescer e a moldar o futuro do marketing digital.

Mas o que torna o vídeo tão poderoso e quais são as tendências emergentes a que as empresas devem estar atentas?

The play button is the most compelling call-to-action on the web.” – Michael Litt, co-fundador e CEO da Vidyard

Fonte: Pexels

 

A ciência por trás da conexão do vídeo

Desde os primórdios da humanidade, as histórias têm sido uma ferramenta poderosa para transmitir conhecimento, cultura e valores. Os seres humanos são intrinsecamente atraídos por narrativas e imagens em movimento, uma predisposição que tem raízes profundas na nossa evolução enquanto espécie. Esta atração não é mera coincidência; tem uma explicação científica. O nosso cérebro, uma máquina incrivelmente complexa e eficiente, processa informações visuais 60.000 vezes mais rápido do que o texto. Esta rapidez é uma vantagem evolutiva, permitindo-nos reagir prontamente a estímulos e situações do ambiente. Além disso, é estimado que cerca de 90% das informações transmitidas ao nosso cérebro são de natureza visual.

Esta predominância do visual sobre outros sentidos destaca a importância e eficácia dos vídeos como meio de comunicação. Num mundo saturado de informação, os vídeos emergem como uma ferramenta primordial, não apenas por serem rapidamente processados, mas também por sua capacidade inigualável de capturar a atenção, evocar emoções e transmitir mensagens de forma clara e impactante.

Tendências emergentes no Vídeo Marketing

Fonte: Pexels

 

No mundo dinâmico do vídeo marketing, as tendências estão em constante evolução.
Estas tendências refletem a busca incessante por inovação e a adaptação às mudanças nos hábitos de consumo de media.

  • Vídeos curtos: plataformas como TikTok e Instagram Reels popularizaram o formato de vídeo curto. Estes vídeos, geralmente com duração de 15 a 60 segundos, são ideais para transmitir mensagens rápidas e cativar o público.
  • Vídeo vertical: antes considerado um erro, o vídeo vertical tornou-se a norma, especialmente com o aumento do consumo de conteúdo em dispositivos móveis.
  • Vídeos 360º: estes vídeos oferecem uma experiência totalmente imersiva, permitindo que os espectadores se sintam como se estivessem dentro do vídeo. São particularmente populares em setores como turismo e imobiliário.
  • Vídeo ao vivo: o streaming ao vivo permite uma interação em tempo real com o público, criando uma sensação de urgência e exclusividade.

Além destas tendências que se vão manter, já se adivinham e alinhavam novidades no panorama da produção de conteúdos em vídeo para 2024. Entre as tendências esperadas para o próximo ano, encontram-se as seguintes:

  • Produção com smartphone;
  • Vídeos otimizados para pesquisa;
  • Vlogs;
  • Stories nas redes sociais;
  • Vídeos AR/VR/IA (Realidade Aumentada/Realidade Virtual/Inteligência Artificial);
  • Vídeos silenciosos;
  • Experiências de vídeo personalizadas.

Mudanças no paradigma humano e a procura por short-form content

A ascensão dos vídeos curtos, como os encontrados no TikTok, Instagram Reels e YouTube Shorts, reflete mudanças significativas no comportamento e nas preferências do consumidor, que, por sua vez, podem estar ligadas a evoluções mais amplas na espécie humana e nas nossas capacidades de concentração e atenção.

Devido à omnipresença dos smartphones, estamos constantemente rodeados de estímulos. Notificações, mensagens, atualizações de aplicações e outras interrupções frequentes condicionaram muitos de nós a alternar rapidamente a nossa atenção entre tarefas e informações. Este ambiente de estímulos constantes pode ter contribuído para a diminuição dos nossos períodos de atenção.

Neste mundo saturado de informação e conteúdo, a atenção tornou-se uma moeda valiosa. As plataformas de social media competem ferozmente pela atenção dos utilizadores, e os vídeos curtos surgiram como uma solução eficaz para captar e reter essa atenção, mesmo que por breves momentos.

Para além disso, a espécie humana tem mostrado uma crescente procura por gratificações instantâneas. Queremos entretenimento, informação e satisfação imediatos. Os vídeos curtos satisfazem essa necessidade, oferecendo conteúdo digerível e frequentemente cativante numa questão de segundos.

Outro fator que explica a ascensão dos vídeos curtos é o tempo. A vida moderna é muitas vezes caracterizada por ritmos acelerados e agendas preenchidas, pelo que os vídeos curtos se encaixam perfeitamente nos breves intervalos do dia-a-dia, seja numa pausa para café, numa espera pelo transporte público ou entre compromissos.

Apesar da sua brevidade, muitos vídeos curtos são capazes de criar uma conexão emocional rápida com o público. Seja através do humor, surpresa ou emoção, estes vídeos são projetados para provocar uma reação imediata, incentivando a partilha e a interação.

Exemplos de Campanhas de Vídeo de Sucesso

Algumas campanhas, devido à sua criatividade, mensagem e execução, destacam-se e tornam-se icónicas, influenciando não apenas as decisões de compra, mas também a forma como vemos e interpretamos o mundo à nossa volta. Aqui estão alguns exemplos notáveis de campanhas de vídeo que deixaram uma marca indelével na paisagem publicitária e na mente dos consumidores.

Nike – “Just Do It”

A campanha “Just Do It” da Nike tornou-se icónica não apenas pelo seu slogan simples, mas poderoso, mas também pela forma como foi apresentada ao público. Os vídeos desta campanha são frequentemente curtos, mas carregados de emoção, mostrando atletas e indivíduos comuns a superar obstáculos e a alcançar os seus objetivos. A mensagem subjacente é clara: com determinação e o equipamento certo, qualquer um pode superar desafios e alcançar a excelência. Os vídeos desta campanha ressoam profundamente com o público porque apelam ao desejo humano de superação e realização.

O primeiro anúncio “Just do it”, da Nike data de 1988 e, apesar da antiguidade, mantém a intemporalidade da inspiração por detrás da campanha e do desejo de superação humano, comum a qualquer época, género, idade e contexto económico-social.

Dove – “Real Beauty”

A campanha “Real Beauty” da Dove destacou-se por desafiar os padrões tradicionais e muitas vezes inatingíveis de beleza promovidos pela indústria da moda e dos media. Em vez de usar modelos perfeitos, a Dove optou por apresentar mulheres reais, com corpos e histórias reais, celebrando a diversidade e a beleza natural. Os vídeos desta campanha tocaram num ponto sensível da sociedade, questionando os ideais de beleza e promovendo a autoaceitação. Ao criar uma conexão emocional profunda com o público, a Dove não só promoveu os seus produtos, mas também iniciou um movimento de positividade corporal.

Ler também: Marketing Inclusivo: porque a inclusão e a diversidade são essenciais para as marcas

Red Bull – Adrenalina ao máximo

A Red Bull é mais do que uma simples bebida energética; é uma marca associada à aventura, ao desporto extremo e à adrenalina. Através dos seus anúncios em vídeo, a Red Bull capta momentos de pura emoção, desde saltos de paraquedas a partir da estratosfera até corridas de carros em terrenos no mínimo desafiantes. Estes vídeos não são apenas promoções de produtos, são experiências. Ao associar-se a momentos extremos e emocionantes, a Red Bull solidifica a sua posição como uma marca para aqueles que vivem no limite e buscam emoções fortes, mostrando que conhece bem o seu público-alvo.

Estas campanhas são exemplos brilhantes de como o vídeo marketing, quando bem executado, pode não apenas promover um produto, mas também criar movimentos, desafiar normas e conectar-se profundamente com o público.

O Futuro do Vídeo Marketing

“Stop thinking of video marketing as this separate entity that is optional for your business. Video is an effective form of communication that needs to be integrated into each and every aspect of your existing marketing efforts.” – James Wedmore, fundador da Vidyard

À medida que a tecnologia avança, podemos esperar ver mais inovações no espaço do vídeo marketing. A realidade virtual e aumentada, por exemplo, oferecerá oportunidades para criar experiências de vídeo ainda mais imersivas. Além disso, a personalização desempenhará um papel crucial, permitindo que as empresas criem vídeos adaptados às preferências individuais dos espectadores.

O vídeo marketing é mais do que apenas uma tendência; é uma ferramenta essencial para qualquer estratégia de marketing moderna. À medida que entramos numa era cada vez mais digital, as empresas que aproveitam o poder do vídeo estarão melhor posicionadas para se conectar com o seu público e alcançar o sucesso.

Convidamo-lo/a a conhecer alguns dos trabalhos em vídeo executados pela Jelly no seu canal no Youtube. Se gostaria de contar connosco para a produção de vídeos para a sua empresa ou marca, entre em contacto através dos contactos nesta página.

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Como criar um logótipo que seja acessível para pessoas com deficiência

Catarina Alves de Sousa
Social Media Manager & Content Writer

Numa era cada vez mais digitalizada e interligada, a acessibilidade torna-se um pilar fundamental, não só para os ambientes online, mas também para a identidade visual das empresas. O logótipo, um dos elementos mais vitais na composição da identidade de uma marca, deve ser concebido de forma a ser inclusivo e acessível para todos, incluindo aqueles com deficiências.

Descurar a acessibilidade no desenho do logótipo não é apenas um erro ético; é também uma oportunidade desperdiçada de comunicar com um público mais vasto e diversificado.

Catarina Alves de Sousa
Social Media Manager & Content Writer

Numa era cada vez mais digitalizada e interligada, a acessibilidade torna-se um pilar fundamental, não só para os ambientes online, mas também para a identidade visual das empresas. O logótipo, um dos elementos mais vitais na composição da identidade de uma marca, deve ser concebido de forma a ser inclusivo e acessível para todos, incluindo aqueles com deficiências.

Descurar a acessibilidade no desenho do logótipo não é apenas um erro ético; é também uma oportunidade desperdiçada de comunicar com um público mais vasto e diversificado.

Indivíduos com deficiências visuais, auditivas ou cognitivas enfrentam desafios específicos ao interagir com elementos visuais, como logótipos. Um design que não tenha em conta estas necessidades pode, inadvertidamente, excluir uma parte significativa da sociedade. Além disso, em diversos países, a legislação está a tornar-se mais rigorosa no que diz respeito à acessibilidade digital, tornando isto uma obrigação legal, para além de moral.

Neste contexto de inclusão e diversidade, um logótipo acessível não é apenas um exemplo de bom design; é um design consciente e responsável. 

Neste artigo, abordamos boas práticas e essenciais de um logótipo desenvolvido de raíz com a acessibilidade em mente, de forma a tornar a sua marca acessível a todos.

Logótipos inclusivos: há mais para além do alt-text

Os logótipos são frequentemente negligenciados quando organizações ou empresas se propõem a tornar os seus sítios web mais acessíveis. Contudo, dada a sua utilização generalizada, deveriam ocupar um lugar de destaque na lista de atualizações e prioridades em termos de acessibilidade. Isto não significa que seja necessário criar um logótipo inteiramente novo; até pequenos ajustes podem ter um impacto significativo para os utilizadores.

Muitas pessoas acreditam que, desde que se forneça o texto alternativo (alt-text) adequado no logótipo, não é preciso preocupar-se com aspetos como o contraste de cores, dimensões das letras ou efeito de foco. Embora isto possa ser tecnicamente correto, uma vez que o logótipo é tratado como uma imagem e não como conteúdo web, defendemos que a verdadeira acessibilidade implica proporcionar uma óptima experiência para cada utilizador.

A seguir, descreveremos os passos essenciais para criar um logótipo acessível, a forma de o utilizar na web e alguns recursos úteis.

O que torna um logótipo acessível

Cores: Devem ser de alto contraste e fáceis de ler. As cores da marca devem complementar-se e, mais importante ainda, devem ter contraste suficiente para não se misturarem, especialmente para utilizadores com deficiências visuais.

Fonte: Chris Holloway, Digital Accessibility Manager PwC (via Linkedin)
Fonte: Upanup

 

Leia também: Tendências de Cores para 2023

Fontes: Devem ser fáceis de ler. É recomendado o uso de fontes simples e sem serifa, evitando estilos de escrita e tipos de letra de fantasia. Além disso, as fontes devem ser grandes o suficiente para serem facilmente lidas em diferentes contextos e locais.

Os logotipos nem sempre precisam incluir a fonte; no entanto, na maioria dos casos, a fonte pode adicionar contexto e valor adicionais. Também é importante garantir que escolha uma fonte clara, legível e fácil de ler para o cliente. O uso de fontes finas, de script ou unidas pode causar problemas para clientes que dependem de software de reconhecimento óptico de caracteres (OCR).

Fonte: Upanup

 

Complexidade: Deve ser mantida ao mínimo. O logótipo deve ser fácil de identificar e não demasiado visualmente complexo. Evite o uso de muitas paletas de cores, gradientes ou muitas tonalidades da mesma cor.

Fonte: Upanup 

 

Texto Alternativo: Deve descrever o que está representado no logotipo. Se o logotipo não for um elemento clicável, deve descrever o que está na imagem. Se for um elemento clicável, o contexto também deve ser fornecido.

Dark mode: o modo escuro tornou-se uma opção presente em vários dispositivos, sendo uma opção confortável até para quem não tem qualquer problema de visão. Na verdade, a maioria dos dispositivos atuais usa frequentemente os modos escuro ou de alto contraste. Os dispositivos Apple e Android nem sequer apresentam programações configuradas para desligar a luz azul, aquecer a cor da tela e inverter cores como preto e branco. Isto, por sua vez, significa que se estiver a usar um logotipo com fundo escuro e não tiver fornecido alternativas, será mais difícil de ver. Tente criar dois logotipos, um para complementar o modo escuro e outro para o modo claro.

No seu canal no Youtube, Visually Impaired Designer, Angela, uma designer gráfica e de user experience que também é deficiente visual, aborda várias questões relacionadas com o design acessível incluindo o design de logótipos.

“Accessible design is good design – it benefits people who don’t have disabilities as well as people who do. Accessibility is all about removing barriers and providing the benefits of technology for everyone.” – Steven Ballmer, former CEO of Microsoft Corporation

Definir os básicos: começar por uma paleta de cores acessível

Quando se trata de acessibilidade de cores, o contraste é fundamental e é um fator decisivo na legibilidade do seu conteúdo.

O WCAG Nível AA (Web Content Accessibility Guidelines, diretrizes de acessibilidade para websites) estabelece índices padrão para o contraste de cores necessário entre elementos de primeiro plano e de fundo para que sejam acessíveis a indivíduos com deficiência de visão de cores (CVD), baixa visão ou cegueira.

É importante ressaltar que a acessibilidade de cores não é subjetiva. Uma combinação de cores atende aos critérios do Nível AA ou não. E convenientemente, existem ferramentas online (como o Stark) que informam se uma combinação de cores passa ou falha no teste de acessibilidade com o toque de um botão.

Se deseja que sua marca faça a transição perfeita entre espaços de impressão e digitais, precisa de uma paleta de cores distintiva e consistente – o que significa que considerar a acessibilidade nas fases iniciais da direção criativa é imperativo.

E se a sua paleta atual não atender aos requisitos?

Às vezes, pequenos ajustes na sua paleta de cores existente podem aumentar o contraste o suficiente para satisfazer os requisitos de acessibilidade (tornar este azul um pouco mais escuro, dar um toque a mais neste verde, etc.). A imagem abaixo mostra as cores de uma marca antes e depois de serem ajustadas para a acessibilidade – uma correção relativamente fácil que mantém o reconhecimento da marca intacto.

Fonte: Radish Lab

 

Independentemente da sua empresa estar a ajustar a sua marca existente ou a fazer uma reformulação completa, a acessibilidade deve sempre ser considerada nas fases iniciais do projeto.

Se estiver a trabalhar com uma agência de marketing, certifique-se de comunicar que ter uma paleta de cores e tipografia acessíveis é importante para si (embora uma boa agência já deva ter isso em mente). Desta forma, evitará gastar o orçamento em futuras alterações.

Missão: construir um Mundo Digital para todos

Fonte: Diversability

 

Na sequência da pandemia da COVID-19, a já forte dependência das plataformas digitais cresceu exponencialmente. À medida que as desigualdades em massa que afetavam desproporcionalmente as pessoas com deficiência se tornavam evidentes, os defensores recorreram às redes sociais para espalhar mensagens de inclusão, equidade e justiça.

A utilização do espaço digital aumentou rapidamente e tornou-se um foco central do ativismo em matéria de deficiência, e os defensores aproveitaram a oportunidade para destacar desigualdades de longa data e barreiras de acesso que tinham sido largamente ignoradas antes.

Refazer ou criar logotipos inclusivos é apenas uma das formas de tornar o conteúdo das marcas mais acessível a todos os consumidores, mas por outro lado esta é também uma obrigatoriedade das marcas que desejam tornar-se ou continuar relevantes no mundo cada vez mais diverso que habitamos.

Como vimos, a acessibilidade digital tornou-se uma obrigatoriedade das marcas que desejam tornar-se ou continuar relevantes no mundo cada vez mais diverso que habitamos.

Lembremo-nos de que o mundo digital é vasto e diversificado, e cada pessoa tem a sua forma única de interagir com ele. A nossa missão é abrir as portas da experiência digital para todos, sem exceção.

As diretrizes de acessibilidade são como estradas que continuamente exploramos e aperfeiçoamos. A manutenção consistente da acessibilidade é a nossa bússola, garantindo que nunca nos afastemos do caminho da inclusão.

Vamos criar conteúdo que seja mais do que funcional, que seja acolhedor, confortável e acessível para todos. Porque ultrapassar as diretrizes de conformidade não é apenas um ato de bondade, é o reflexo do nosso compromisso em fazer com que todos se sintam em casa no nosso mundo digital. Juntos, construímos um espaço onde ninguém fica para trás.

Se a sua marca está a precisar de um rebranding, leia este artigo. Se precisar de ajuda, conheça o modelo Scallent e trabalhe connosco!

Desenvolvimento de aplicações móveis para impulsionar o marketing

Gabriela Polidoro Lima
UX Designer & Content Writer

Não é novidade para ninguém que a internet transformou a forma como as marcas se comunicam com os seus clientes e, por conta disso, novas ferramentas e meios de potencializar essa relação vem surgindo a todo o momento. Mais e mais empresas recorrem a estratégias avançadas de Marketing a fim de gerar melhores resultados para os seus negócios.

Apostar numa aplicação própria tem sido um dos caminhos adotados por diversas marcas que, com essa ferramenta, procuram aprimorar a fidelização do cliente e aumentar o seu valor de presença na web. Se diferenciar em meio à avalanche de informações disponíveis e ainda gerar renda não é uma tarefa fácil e por isso é importante estar atento às tendências do mercado para escolher a melhor estratégia para a sua marca e o seu público.

Gabriela Polidoro Lima
UX Designer & Content Writer

Não é novidade para ninguém que a internet transformou a forma como as marcas se comunicam com os seus clientes e, por conta disso, novas ferramentas e meios de potencializar essa relação vem surgindo a todo o momento. Mais e mais empresas recorrem a estratégias avançadas de Marketing a fim de gerar melhores resultados para os seus negócios.

Apostar numa aplicação própria tem sido um dos caminhos adotados por diversas marcas que, com essa ferramenta, procuram aprimorar a fidelização do cliente e aumentar o seu valor de presença na web. Se diferenciar em meio à avalanche de informações disponíveis e ainda gerar renda não é uma tarefa fácil e por isso é importante estar atento às tendências do mercado para escolher a melhor estratégia para a sua marca e o seu público.

Aplicação própria – vale a pena apostar?

De partida é importante saber que desenvolver uma nova aplicação móvel é demorado e caro. Além do investimento de dinheiro e tempo, deve-se ter em mente que esse mercado já conta com cerca de três milhões de aplicações disponíveis na app store. Ao saber disso, as empresas devem explorar esse ambiente e estudar quais as opções já existentes, de que forma se diferenciar e se vale a pena mesmo investir em mais essa ferramenta para atrair e reter clientes. Se a escolha for realmente apostar, há de se gastar tempo para perceber os desejos do seu cliente, as suas necessidades para, só então, desenhar uma solução que seja o ideal para ele.

78% dos clientes que possuem um smartphone usaram a aplicação própria de uma loja para realizar compras.

Conheça outras estratégias relacionadas a aplicações próprias:

1 – Omnichannel

Essa estratégia de conteúdo entre canais é utilizada por organizações para melhorar a experiência do utilizador e garantir melhores relacionamentos nos pontos de contato. A ideia é integrar todos os canais disponíveis, de modo inter-relacionado e assim permitir o cliente iniciar a sua comunicação com a empresa por um canal e continuar por outro.
Um exemplo prático dessa estratégia é quando um cliente inicie uma compra no website da empresa, tira dúvidas do produto desejado no webchat, encaminha o seu comprovativo de morada por e-mail e finaliza a compra numa ligação de voz, e o mais importante, sem ter de reiniciar a conversa ou repetir informações já fornecidas.

As vantagens de aplicar essa estratégia são:

  • Proporcionar uma experiência de qualidade independentemente do meio escolhido pelo cliente;
  • Melhorar o relacionamento e aumentar a fidelidade à marca;
  • Ajudar a manter o valor percebido da empresa no mercado.

Para garantir os melhores resultados é importante:

  • Garantir que todos os canais atuem com simplicidade e transparência;
  • Unificar os critérios de resolução e adaptar-se às demandas dos clientes;
  • Alinhar o tom de voz: os valores da marca devem estar presentes, ou seja, a cultura de atendimento da empresa deve ser revista e moldada para sustentar essa iniciativa.
Fonte: Mercado & Consumo

 

Web to app – conheça a ferramenta da Google

Outra forma de melhorar a experiência no universo web é redirecionar o utilizador diretamente à página desejada. Para facilitar isso, a Google oferece uma ferramenta que permite que isso aconteça de forma rápida e fácil. Através de anúncios na internet, a Web to app leva o cliente diretamente à página desejada, dentro da app.

Além de guiar o utilizador e impedir que ele “se perca” pelo caminho, é possível também medir as ações de conversão como compras, inscrições e assinaturas, o que permite o rastreio e a otimização da performance dos anúncios online.

As principais vantagens da ferramenta da Google são:

  • Proporciona experiências melhores aos usuários através de links diretos o que possibilita a integração perfeita entre Web e app;
  • Oferece taxas de conversão em média duas vezes maiores para cliques em anúncios na app, em relação ao site móvel;
  • Otimiza a performance das campanhas e anúncios a fim de manter os utilizadores de maior valor sempre conectados, além de gerar mais conversões.

2 – Exclusividades para novos clientes

Quando finalmente um novo utilizador faz o download da app, a empresa tem um momento único de oferecer uma excelente primeira impressão. Para impressionar e imediatamente reter esse novo cliente, frequentemente as empresas oferecem facilidades exclusivas, descontos, promoções, informações privilegiadas e outros benefícios que somente estão válidos aos novos utilizadores.

83% dos retalhistas dos Estados Unidos concordam que os clientes da sua aplicação própria tendem a fazer mais compras em comparação aos clientes que não usam e até 87% concordam que esses utilizadores são mais leais e têm maior lifetime value.

Campanhas pagas também podem ser um bom caminho para informar aos utilizadores que a sua marca/empresa oferece uma app própria como canal alternativo e assim direcioná-lo diretamente para lá.

A Amazon, por exemplo, divulgou que 45% da atividade dentro da sua aplicação tem origem da instalação paga. Dessa forma, pode-se afirmar que apostar nessa estratégia ajudou a empresa a impulsionar o aumento de 17 pontos percentuais do seu share em e-commerce entre 2016 e 2021.

3 – Retenção de dados

Obter uma boa base de dados possibilitando assim uma experiência ainda mais personalizada, permite que os utilizadores acedam a app com mais frequência. Exigir que a cada acesso ele tenha que inserir os seus dados deixa a experiência repetitiva e cansativa.

O público jovem, especialmente, deseja uma experiência com menos atrito ao fazer uma compra. Um estudo global recente, revela que as gerações Z (45%) e Millenials (48%) são significativamente mais propensas a dizer que ter suas informações de conta e pagamento já arquivadas é importante para sua decisão de comprar, além de torná-la mais regular. Se considerarmos que a Geração Z representa quase 30% da população global, essa faixa etária torna-se o principal target para essas estratégias digitais.

Mas para manter essa relação cada vez mais próxima é imprescindível ter transparência na comunicação. É essencial que a empresa deixe claro de que forma as informações obtidas serão utilizadas, bem como mostrar como essa troca de informações proporcionará uma experiência mais leve, fácil e personalizada. E, finalmente, em troca do valor fornecido aos seus usuários, incentive-os a criar uma conta no aplicativo e fazer login.

Uma vez estabelecida essa relação de confiança, as informações retidas podem gerar dados analíticos que poderão impulsionar ainda mais o crescimento da marca e da própria app, além de melhorar cada vez mais a experiência do utilizador ao utilizá-la.

Fonte: Medium

 

Depois de apostar nessa ferramenta, faz parte, então, das estratégias de marketing, planear de que forma ela será divulgada e qual a melhor forma de explorar esse canal para atrair adeptos e, consequentemente, impulsionar os ganhos.

Há diversas estratégias que podem ser utilizadas: gamificação, geolocalização, publicidade paga em redes sociais, uso de notificações push, entre outras, tudo vai depender do conceito da marca, dos objetivos da app e do budget, claro.

A razão mais importante de promover a aplicação é alcançar todos os utilizadores de smartphones em potencial e fazer com que todos saibam que a sua marca também possui esse canal de comunicação. Com várias aplicações em movimento no mercado, existe a possibilidade de eles não o detectarem na loja de aplicativos.

Perspectiva do utilizador

Ao analisar essa estratégia pela ótica do utilizador, os principais benefícios identificados podem ser:

  1. Mobilidade – o que antes exigia um portátil, hoje pode ser feito e acedido em qualquer lugar através do telemóvel.
  2. Agilidade – se o acesso está mais fácil, as respostas vêm de forma mais rápida. Rapidamente os utilizadores podem esclarecer dúvidas, obter informações e até resolver pequenas questões, a depender da app.
  3. Proximidade – o user sente-se mais próximo da marca, como se estivesse dentro da casa dela. Se dentro da app ele tiver uma boa experiência isso o fará sentir “bem recebido” o que, facilmente fará com que ele volte com frequência e utilize cada vez mais a app.
  4. Confiabilidade – o utilizador tem a sensação de que, por estar dentro de um canal próprio da marca, as informações são mais verdadeiras e confiáveis, ele sente que está num ambiente seguro, deixando-o mais confortável em fornecer dados pessoais e realizar transações financeiras, por exemplo.

Reforçar cada vez mais esses valores ao utilizador fortalece a relação entre ele e a marca. Os dois lados ficam a ganhar.

Fonte: blog.7comm

 

Pode-se concluir então que, à medida que as expectativas do consumidor aumentam e as experiências online e offline ficam mais conectadas, é essencial que os profissionais de marketing adaptem-se à novas estratégias, mais eficazes.

A importância do marketing de aplicações móveis não pode ser ignorada, especialmente num mundo onde quase tudo está disponível no telemóvel, com apenas um toque de distância do seu dedo. E se os utilizadores passam cada vez mais tempo nesse dispositivo, maiores devem ser as formas de construir relacionamentos diretos entre marca e cliente.

Adotar essa estratégia, com uma abordagem bem elaborada, pode ser uma maneira prática e eficiente para encantar consumidores, gerar vendas e elevar o negócio a outro patamar.

CRM: como a relação com o cliente conduz as marcas ao sucesso

Inês Tito
Copywriter

Somos seres sociais. Nascemos programados para nos relacionarmos. 

Na verdade, temos mais sucesso quando nós interagimos com quem nos rodeia. É a nossa receita para dar significado a um mundo cheio de incertezas. Sem as relações que nutrimos desde o nascimento, estaríamos condenados à extinção.

O mesmo acontece no mundo dos negócios.

Inês Tito
Copywriter

Somos seres sociais. Nascemos programados para nos relacionarmos. 

Na verdade, temos mais sucesso quando nós interagimos com quem nos rodeia. É a nossa receita para dar significado a um mundo cheio de incertezas. Sem as relações que nutrimos desde o nascimento, estaríamos condenados à extinção.

O mesmo acontece no mundo dos negócios.

As marcas que desenvolvem um vínculo especial com os clientes têm mais hipóteses de alcançar o sucesso. Na era digital, quem gere relacionamentos está um passo à frente da concorrência. Afinal de contas, sem clientes não há negócio!

Gestão de relacionamento com o cliente

A evolução do marketing conduziu-nos até um modelo focado na experiência do cliente. Esta mudança de paradigma foi impulsionada pelo interesse em compreender as necessidades dos clientes e a estabelecer uma relação próxima.

As lojas de rua e outros pequenos negócios conhecem os seus clientes habituais pelo primeiro nome. As grandes marcas mundiais também querem essa cumplicidade. A gestão de relacionamento com o cliente, ou Customer Relationship Management (CRM), é a fórmula para concretizar esse objetivo. 

CRM refere-se ao conjunto de estratégias e técnicas utilizadas para gerir e analisar o comportamento do cliente. Mediante um software CRM, as marcas armazenam e categorizam informação sobre os seus clientes e potenciais interessados. A gestão de contactos, o acompanhamento de interações com a marca e o agendamento de lembretes são algumas das funções mais utilizadas.

Fonte: Super Office, 2022

Mas é possível ir mais além…

Qual o impacto do CRM nas marcas?

Estudos recentes demonstram que 43% das empresas ainda usam folhas de cálculo para registar e monitorizar a informação dos clientes. 

O CRM permite descartar este tipo de procedimentos manuais obsoletos, automatizando-os. Na verdade, mais de 80% das empresas usam software CRM para obter relatórios de vendas e automatizar processos. 

Esta ferramenta também permite aumentar receitas, gerir o funil de vendas e captar leads. Desta forma, a análise de dados será o alicerce para desenvolver campanhas de marketing e definir objetivos de vendas e de atendimento ao cliente.

A recolha de informação, em todos os pontos de contacto da jornada, proporciona uma visão holística do cliente. Para os funcionários da empresa é a oportunidade para personalizar o atendimento e aumentar a sua produtividade e autonomia.

Por outro lado, os clientes favorecem marcas com as quais já estão familiarizados ou que oferecem uma experiência personalizada. Assim, utilizar um software CRM permite aumentar a satisfação do cliente em 45% e elevar a receita gerada em 37%.

Implementar uma estratégia CRM 

Desenvolver e implementar uma estratégia de gestão do relacionamento ao cliente exige alguma ponderação. Vejamos quais os passos mais importantes.

1. Auditoria

A análise SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats, ou em português Pontos Fortes, Pontos Fracos, Oportunidades e Ameaças) permite estudar o mercado e avaliar a concorrência e determinar se a empresa dispõe dos recursos necessários. Assim, é mais fácil identificar o caminho a seguir.

2. Definir objetivos SMART

Sem objetivos, um negócio navega à deriva, mantendo-se à tona até eventualmente afundar. Por isso, é fundamental formular objetivos SMART (Specific, Measurable, Achievable, Realistic, Time-Bound). Estes devem ser específicos, mensuráveis, alcançáveis, realistas e temporais. Através desta técnica, é mais fácil monitorizar e ajustar a estratégia CRM.

3. Mapear a jornada do cliente

Saber quem contacta a marca, como e quando o faz, permite identificar as etapas do funil de vendas. 

Além disso, criar um buyer persona ajuda a compreender quem comprou os produtos ou serviços. Dados como idade, género, localização, estatuto socioeconómico, ou qual a plataforma de contacto preferencial, constituem o arquétipo do cliente ideal. Daqui à personalização das campanhas de marketing é um passo.

4. Mapear o funil de vendas

Esta etapa permite visualizar os pontos de contacto do cliente com a marca. Alinhar a estratégia CRM com o funil de vendas ajuda a determinar quando é necessário agir para converter o cliente.

Fonte: Asana, 2023

5. Partilhar informação

O software CRM recolhe informação a partir de várias fontes para apresentá-la de forma organizada aos vários departamentos da empresa. Deste modo, os funcionários poupam tempo e são mais autónomos nas suas tarefas diárias.

Para que este circuito funcione, é necessário garantir canais de comunicação internos adequados e uma estratégia de comunicação transparente. Ao partilhar a informação, cada departamento evitar repetir as questões colocadas ao cliente. 

6. Personalizar a experiência do cliente

O software CRM organiza os detalhes dos clientes e facilita a compreensão dos objetivos estratégicos. Assim sendo, os funcionários conseguem personalizar o contacto com o cliente e melhorar a sua experiência em toda a jornada.

7. Automatizar

Tarefas como integrar dados de novos clientes ou enviar newsletters eram feitas manualmente, ocupando grandes períodos de tempo. Através da automatização, é possível reduzir custos e alocar recursos noutras tarefas. 

8. Monitorizar o desempenho da estratégia

É importante definir objetivos para alcançar o nosso destino. Contudo, é igualmente importante analisar se estamos no caminho certo. O software CRM permite avaliar o desempenho das equipas para garantir que todos cumprem os objetivos definidos. Assim, é possível analisar os aspetos positivos e identificar os pontos a melhorar.

Estratégias de CRM para impulsionar os negócios

Os motivos que levam as marcas a adotar uma estratégia CRM são muitos. Contudo, grande parte das estratégias são transversais a qualquer negócio. Aqui ficam alguns exemplos:

  • Personalizar a experiência do cliente
  • Criar campanhas de marketing personalizadas
  • Reduzir custos com a automatização
  • Analisar KPI’s
  • Gerir conteúdos

Para onde nos leva o CRM do futuro?

A evolução da indústria CRM tem sido galopante. Não é de admirar que, em 2023, esta indústria valha cerca de 65 biliões de dólares. Até 2029, as previsões indicam um crescimento para 145 biliões de dólares.

Fonte: Abdalslam, 2023

O que alimenta um crescimento tão acentuado? As empresas adotam estratégias CRM para manter a competitividade perante a evolução tecnológica e a mudança no comportamento do consumidor.

Assim, o que devemos esperar nos próximos anos?

Inteligência artificial (IA)

Diariamente, ouvimos falar de inteligência artificial e da sua aplicação nos mais diversos sectores. No caso do CRM, a IA é uma poderosa ferramenta para melhorar a relação com o cliente, através da automatização de tarefas e personalização do atendimento.

Internet of Things 

A Internet das Coisas refere-se à rede que conecta biliões de dispositivos ligados à internet. Estamos a falar de objetos do dia a dia, como um frigorífico, um smartphone ou um sistema de segurança inteligente.

Estes dispositivos recolhem e armazenam dados sobre o nosso dia-a-dia. Ao integrar esta informação num software CRM, é possível obter informação detalhada sobre o comportamento do consumidor. Assim, as marcas conseguem fornecer um serviço altamente personalizado.

Mobile CRM 

A pandemia acelerou a aceitação do trabalho remoto. Isto significa a dispersão das equipas de trabalho por todo o mundo. Apesar disso, continua a ser necessário acederem à informação contida no CRM. Através de um tablet ou smartphone, os profissionais conseguem aceder à informação dos seus clientes em qualquer lugar e a qualquer hora.

CRM Social

A integração das redes sociais com o software CRM é uma tendência em crescimento. Mais do que nunca, os clientes podem comentar a sua satisfação (ou desagrado) em qualquer plataforma digital. Para as marcas, é a oportunidade de ouvir os seus clientes e manter um contacto próximo em tempo real.

CRM Self-Service

Na gestão de relacionamento com o cliente, a automatização é sinónimo de bots que executam tarefas e poupam tempo aos funcionários. Numa lógica de self-service, é o próprio cliente quem procura as respostas de que necessita.

Para as empresas, o CRM self-service permite poupar dinheiro ao recorrer a software simples sem necessidade de suporte informático especializado.

Interface de voz

A evolução tecnológica é acompanhada por interfaces cada vez mais simples para o utilizador. Os assistentes virtuais ativados por voz, como a Siri ou Alexa, estão a ganhar terreno na indústria CRM. Esta tecnologia oferece uma experiência mais envolvente e simples para o utilizador. Basta utilizar a linguagem natural para interagir com o software e, consequentemente, construir uma relação personalizada com o cliente.

A relação com o cliente é um investimento a longo prazo

As relações pessoais são o resultado da nossa entrega e dedicação. São o resultado daquilo que damos e do que recebemos. São o pilar da nossa felicidade e bem-estar. 

Nos negócios, as marcas que oferecem uma experiência envolvente e dedicada são aquelas que prosperam. Por isso, uma estratégia CRM não é um sprint. É uma maratona! Os resultados surgirão a longo prazo, através de consistência e dedicação. 

Por isso, e também devido à evolução tecnológica, é difícil prever em que direção a gestão de relacionamento com o cliente seguirá. Em qualquer caso, podemos afirmar que desenvolver uma estratégia CRM sólida é fundamental para superar os desafios do relacionamento com o cliente.